28/07/2026

Sismo atinge o sudoeste do Japão

Um sismo de magnitude 7,1 fez várias vítimas no Japão. O abalo ocorreu pelas "16h29 locais (08h29 em Lisboa), a uma profundidade de cerca de 10 quilómetros abaixo da superfície do mar" e atingiu a "ilha de Kyushu, no Sudoeste do Japão, levando as autoridades a emitir um alerta de tsunami," que ​entretanto já foi "levantado, e avisos de emergência para várias províncias" japonesas. 

O número de mortos ainda não foi determinado, havendo para já registo de "prédios, estradas e pontes colapsadas", assim como "a ocorrência de apagões e fogos na sequência do sismo."

O balanço feito até agora refere cerca de "40 mil casas sem eletricidade", cem como a "suspensão da circulação" na rede ferroviária, "incluindo dos comboios de alta velocidade Shinkansen." De acordo com a "Autoridade de Regulação Nuclear do Japão" e com a "empresa Kyushu Electric Power", não foram para já "detectadas anomalias nas centrais nucleares de Sendai e Genkai após o sismo."

Já na zona sul, um dos andares do "centro comercial Aeon Mall Kumamoto, localizado na cidade de Kashima, na província de Kumamoto, desabou, tendo provocado uma forte explosão. Provocou ainda "o desprendimento de secções das paredes exteriores, expondo parte da estrutura interna." Várias pessoas poderão ainda estar soterradas. As vítimas estão a ser socorridas, não havendo ainda dados quanto ao número ou gravidade das mesmas.


Fontes:

27/07/2026

A menina de 12 anos que foi vendida para pagar dívidas

Os anos passam, o mundo parece evoluir, mas depois recebemos estes murros que nos atingem no estômago, no âmago daquilo que temos de mais humano. Felizmente, a história desta menina foi interrompida num aeroporto português. A coragem de quem a mandou parar, só é superada pela coragem daquela criança em contar tudo o que se estava a passar.

Dados que não batiam certo despertaram a atenção para os passaportes de que a menina e a mulher que com ela viajava se faziam acompanhar. Descobre-se então que esta mulher não é afinal a mãe da menina de "apenas 12 anos," e que a criança "terá sido vendida pelos pais para saldar uma dívida familiar. Viajavam desde  "Dakar, no Senegal, para França," onde a criança tinha à sua espera "um homem a quem tinha sido prometida em casamento." 

"Ainda no aeroporto, a criança falou com uma equipa especializada em ajudar vítimas de tráfico de pessoas", tendo-se mostrado ciente da sua situação e com "medo de regressar ao país de origem ou de voltar a ser entregue aos pais," uma vez que, tal como agora, poderia voltar a ser usada "como forma de pagamento de dívidas." 

Foi depois "levada para uma viatura da Cruz Vermelha que a deixou na sede da organização Akto, gestora de um centro de acolhimento para crianças e jovens vítimas de tráfico humano."

Casos de tráfico humano são uma realidade atual, incluindo casos como o desta criança, proveniente do Congo. Muitas acabam em redes de exploração sexual, escravatura ou mendicidade.

A menina de 12 anos, de quem não se sabe a história ou o que sofreu até aqui chegar. teve sorte em que alguém reparasse nela. Quantos passarão sem serem reportados, sem se estranhar os comportamentos? Quantas crianças são ainda vendidas, raptadas, escravizadas?

Fontes:

https://observador.pt/2026/07/27/crianca-de-12-anos-ia-casar-em-franca-para-pagar-divida-dos-pais-psp-deteve-mulher-que-a-traficava-em-lisboa/

https://observador.pt/especiais/o-passaporte-suspeito-um-relato-tranquilo-e-um-casamento-forcado-como-uma-menina-de-12-anos-revelou-ser-vitima-de-trafico-humano/

26/07/2026

Espanha a braços com incêndios mortíferos

Espanha luta há vários dias contra o fogo. Um primeiro incêndio "deflagrou na zona da Andaluzia a 9 de julho provocou a morte a 13 pessoas, uma delas, uma cidadã britânica de 93 anos, que morreu após ter estado internada, com queimaduras graves, no Hospital de Torrecárdenas." O socorro a esta população, na sua maioria estrangeira, foi criticado pelos familiares das vítimas. O número acabaria por subir para catorze com a morte de uma mulher que lutava pela vida no hospital, depois de ter sido encontrada com cerca de 70% do corpo queimado. Doze das vítimas mortais são estrangeiros e as outras duas são de nacionalidade espanhola.

A região mais afetada foi a de Almeria, na qual cerca de "5.200 hectares" foram já consumidos. Em Madrid, foram retiradas de casa 55.000 pessoas, mas no seu conjunto podemos estar a falar de cerca de !100 mil pessoas" que já foram obrigadas "a abandonar as suas casas."

O incêndio pode ter tido como causa inicial uma "faísca provocada por uma máquina que funcionava numa obra ilegal," que tinha sido "mandada executar pela associação de criadores de gado." Este incêndio, ter-se-á depois juntado a um outro, passando a tratar-se agora de um único mega incêndio, que abrange já um perímetro de mais de "200 quilómetros," estendendo-se "desde a região de Madrid até Ávila (Castela e Leão) e Toledo (Castela - La Mancha)."

Portugal enviou uma equipa de 128 operacionais para apoio ao combate. O IRA enviou também uma equipa "para ajudar a resgatar animais." O grupo já se deparou com diversos "animais com queimaduras graves ou intoxicados pela inalação de fumos," sobretudo "ovelhas, cabras e cavalos."

Fontes:






25/07/2026

Ataque à marcha LGBT em Berlim

Realizou-se este sábado uma marcha LGBTQIA+ em Berlim, a qual fazia parte de um evento realizado "anualmente" e que reúne "perto de um milhão de pessoas." Este "evento comemora a primeira onda de manifestações da comunidade LGBTQIA+ contra a violência policial na sequência da rusga policial ao bar gay Stonewall (localizado na Rua de Christopher, em Nova Iorque)."

Apesar dos esforços para que tudo corresse sem incidentes, um homem de cerca de 21 anos e fazendo-se deslocar numa "carrinha branca", conseguiu entrar num dos acessos e embater "contra pessoas reunidas no parque Tiergarten." O ataque feriu 29 pessoas e provocou a morte de uma mulher que participava no evento.

O ataque terá sido realizado por um homem de nacionalidade alemã e de "origem libanesa," que está a ser procurado pelas autoridades. Depois do ataque inicial, terá ainda atacado uma outra pessoa. O indivíduo poderá não ter agido sozinho, havendo nota de várias pessoas que foram esfaqueadas depois do ataque inicial.

O principal atacante, é apontado como simpatizante do Estado Islâmico e pode mesmo ter "tentado juntar-se ao Estado Islâmico na Síria em 2025." O suspeito acabou por ser "localizado pela polícia num complexo de hortas em Berlim," tendo sido "baleado mortalmente após avançar contra os agentes com uma arma branca."

Fontes:

24/07/2026

Descuido ou falta de zelo, o que mais mata em Portugal

Quando um bebé morre por negligência é porque algo falhou muito lá atrás. Quando um bebé morre aos cuidados de uma instituição, falharam diversas coisas, mesmo quando se trata de um acidente.

Fala-se muito de Segurança Infantil e podia até vir aqui criticar de forma fácil, ações e lacunas que são só por si de lamentar. No entanto, espero que os casos que se vão tornando mediáticos sirvam para que todos consigamos rever as nossas ações e os cuidados a ter, diariamente, com as nossas crianças. Não seremos capazes de evitar todos os acidentes, mas há de facto uma responsabilidade que deve ser partilhada. E sim, às vezes temos de nos meter na vida dos outros, às vezes temos de questionar, de perguntar se está tudo bem ou se precisam de ajuda. 

Uma bebé morreu ontem, dentro de uma viatura que a deveria levar à creche. Não foi a primeira vez que uma situação de esquecimento de uma criança numa viatura. Várias já levaram a desfechos idênticos. Quando fazia emergência, tive uma ocorrência para um caso parecido, aqui na zona da Torre da Marinha, Seixal. Lembro-me da ansiedade até chegar ao local e da sensação de raiva que me atingiu. Era um bebé que tinha sido deixado dentro de um carro, desconhecia-se idade ou estado de consciência. Quando lá chegamos, o vidro foi forçado e a porta aberta, a menina, uma bebé estava cheia de sede, tremia, chorava, os olhos a procurar um rosto conhecido no meio de tantas caras estranhas. Estava viva e nós felizes por termos chegado a tempo e, ao mesmo tempo, zangados. Como é que esperaram e ninguém partiu o vidro? Como é que se discutia, enquanto uma criança gritava dentro de um carro, que não se sabia há quantas horas ali estava, se quem partisse o vidro teria de pagar o arranjo? Esta menina, felizmente, não sendo um dia de verão, sobreviveu. E talvez o facto de ser muito novinha a tenha feito esquecer que um dia alguém se esqueceu dela fechada dentro de um carro.

Mas ontem, durante todo o dia, ninguém deu pela falta de uma menina de 18 meses. Eu podia até enumerar diversas ações que poderiam ter sido efetuados (apenas como forma de nos lembrarmos que podemos aprender com os erros dos outros, sejam eles cometidos aqui ao lado, ou numa escola dos EUA) e que mais não seja, por isso, é tão importante se falar e se debater quando a questão envolve a vida de crianças. Porque é que não se passou um registo em que se marcasse a sua falta e se perguntasse à motorista da carrinha "Então, hoje a S. não veio?" ou porque é que quando se deu a contagem para o almoço não se conferiu se quem estava à mesa correspondia aos registos efetuados. Como são feitos os registos de entrada das crianças - manualmente ou digitalmente, em alguma aplicação? Existe uma dupla verificação - e se sim, foi feita, por quem, o que registou? Porque um erro acontece, mas ninguém ter-se dado conta do erro, para mim é o mais estranho.

Não. Não me posso colocar no lugar daquela funcionária, nem de todas as outras quando se aperceberam que teria bastado uma mensagem para os pais ou uma chamada para perguntar se a menina estava bem, se estava doente, se tinha ficado de férias. E talvez até o tivessem feito, ou talvez até tivessem outros procedimentos, não sei, mas algo ali falhou. E todos nós temos de pensar que se uma criança seria demais, a repetição de casos tem de nos fazer parar e refletir: onde é que falhamos - como sociedade, temos de cuidar das nossas crianças, dos nossos seres mais indefesos e dependentes.

Quando a mãe chegou para a ir buscar à creche, deu-se o alarme, e quando foram ao carro e a encontraram lá dentro, "ainda partiram o vidro", para acederem à bebé. Os meios de socorro tentaram salvar aquela vida, mas a chamada de socorro tinha chegado tarde de mais... Ontem nem sequer foi dos dias mais quentes, mas o meu carro esteve ao sol e por volta das 17h marcava 38º, sendo que o que marca nem sempre é a temperatura do ar interior. Agora resta-nos especular enquanto a Polícia Judiciária investiga. 

Fala-se em sobrecarga, em rotinas, mas é sobretudo na falta de zelo que os acidentes deste género acontecem. E não digo como sendo propositado. É quando as rotinas mudam, quando a pessoa que fazia o trabalho vai de férias e alguém a substitui, quando uma viatura da instituição avaria e se substitui por outra. Ainda há muito a esclarecer e estou certa que em breve as respostas a muitas perguntas serão dadas, Mas nada trará a menina de volta nem tirará a dor daquela família. Há questões levantadas em relação ao facto da viatura ser da funcionária e não pertencer à creche, embora tivesse um dístico. Não é referido nas notícias se haveria todas as outras coisas obrigatórias. Isso será importante para se apurar outros aspetos relevantes, mas não trará de volta aquela bebé para a sua família. A lei, não obriga a que os transportes em ligeiros se façam acompanhar de uma auxiliar, mas q se refere porque é que num transporte escolar não estava uma auxiliar, mas aqui poderia ter feito a diferença.

Os acidentes domésticos e aqueles que acontecem tendo como culpados os elementos da própria família ocorrem muitas vezes por situações idênticas. Porque é "já ali" e a criança não se senta na cadeirinha, porque "vou só tomar banho" e a criança se empoleira na janela e cai, porque "vou só acabar de ler mais umas páginas" e o bebé sufoca com algo que encontrou no chão de casa, quando brincava, sossegado.

Como se os nossos corações já não nos doessem suficientemente, ontem, algumas horas mais tarde chegava a notícia de outra morte. Uma criança de apenas três anos de idade, tinha caído "de uma janela situada no segundo andar de um edifício, para as traseiras do mesmo”. A criança ainda foi socorrida e transportada para o Hospital de S. João, mas acabaria por falecer devido à gravidade dos ferimentos. Ao que é apontado nas notícias, haveria gente em casa, mas neste caso a cobertura mediática tem sido bem menor. 

No outro dia, durante a reunião de condomínio do meu prédio, um vizinho olhou-me de lado quando referi que alguém tinha feito bem em ativar a polícia quando o filho dele de dois anos e pouco se debruçou na janela do quarto andar para atirar coisas cá para baixo. Para ele, tinha sido exagerado, pois ele estava em casa, mas "noutra divisão" e a criança deveria estar "a dormir". De referir que estávamos a meio da manhã... e que vários vizinhos tocaram à campainha e bateram com força na porta de casa, além de gritarem cá de baixo a chamar por ele. O meu comentário foi rude, sim, mas se tivesse caído cá em baixo, teríamos um bebé morto e várias pessoas traumatizadas. Não aconteceu nada, não sei sequer se os agentes que ali foram chegaram a criar alguma ocorrência e se aquele criança estará segura com as devidas trancas (bloqueadores de abertura) já colocadas na janela. Falei disso, mas não sei se o senhor me deu atenção. 

Dou formação na área da educação de infância e falo muitas vezes nas questões da segurança. De olharmos o mundo à nossa volta da perspetiva da criança. O que vemos, pode parecer inofensivo para nós mas pode ser mortal para um bebé. Uma janela que abre facilmente, um móvel que é leve e que não está preso na parede, uma embalagem de veneno ou de detergente que fica guardada por baixo do lava-louças e que se abre facilmente. Vamos olhar em volta e ver se a nossa casa é segura? 

E já agora, vamos criar o hábito de colocarmos a nossa mala pessoal com as chaves, a carteira e o telemóvel no banco de trás do carro, pelo menos se transportarmos crianças sejam nossas ou não?

E convido-vos a ler esta notícia da RTP acerca de um estudo feito numa Universidade dos EUA, sobre o aumento da temperatura dentro de uma viatura e de como isso nos pode afetar. Segundo esse estudo, "em média, o corpo de uma criança atinge a temperatura letal corporal aos 40 graus Celsius." O que também é referido é que "o material de que é feito o revestimento dos veículos, na grande maioria plásticos e fibras, liberta gases tóxicos quando aquecido." Ou seja, não mata só pela subida da temperatura, mas pela libertação de gases tóxicos. Segunda a mesma publicação, " o interior de um carro novo, na sombra e com as janelas fechadas, pode libertar até 800 mg de benzeno, podendo mesmo chegar a 4.000 mg num dia de sol forte."

De acordo com análises feitas durante esse estudo, quando o carro estava apenas "1,4 horas ao sol e cerca de 2,4 horas à sombra e variando sempre de acordo com o tamanho da viatura, uma criança deixada dentro de uma viatura ligeira pequena pode morrer de sobreaquecimento em apenas uma hora." Por isso, num dia de calor no meio de Almada, talvez nem tenham sido necessárias as sete horas de esquecimento para que a situação se tivesse tornado irreversível... Não tenho palavras de conforto para os pais nem para a família, mas aos colegas que socorreram, a única coisa que posso dizer é que a culpa nunca será vossa, mesmo que a sensação de impotência vos esteja a apertar o peito. Deixem que as lágrimas e revolta saia, mas não se condenem.


Fontes:

https://observador.pt/2026/07/24/crianca-de-tres-anos-morre-apos-cair-de-um-predio-na-maia-pais-estavam-em-casa-mas-desconhece-se-circunstancias-do-acidente/

https://rr.pt/noticia/pais/2026/07/24/psp-investiga-morte-de-crianca-que-caiu-de-uma-janela/479445/

https://cnnportugal.iol.pt/pragal/almada/sete-horas-esquecida-numa-viatura-da-creche-o-que-ja-se-sabe-da-morte-de-uma-crianca-de-18-meses-em-almada/20260723/6a625fcbd34ef04b4f3f88e2

https://www.rtp.pt/noticias/pais/efeito-de-estufa-no-interior-dos-carros-pode-ser-mortal_n1078940

22/07/2026

Faleceu Luís Represas

Luís Represas tinha 69 anos e celebraria em breve 50 anos de uma vasta carreira musical. Nascido em Lisboa, no dia "24 de novembro de 1956," estudou no Liceu Pedro Nunes e foi ali que se tornou "porta-voz da LUAR (Liga de Unidade e Ação Revolucionária), movimento de oposição ao Estado Novo que, tendo nascido para a ação armada contra o regime, rejeitou o recurso a atos terroristas." 

Estudava Medicina mas seria a música a sua grande arma, já no pós-25 de abril, como "fundador e vocalista dos Trovante." A banda que fundou em conjunto "com o irmão, João Nuno Represas, João Gil, Manuel Faria e Artur Costa no verão de 1976," desde sempre esteve ligada "à luta de esquerda," tendo atuado diversas vezes na Festa do Avante.  Foi com este grupo musical que o artista conseguiu lançar a sua carreira e conseguir "notoriedade na indústria musical do pós-25 de abril." Com o passar do tempo, as canções começaram a tornar-se cada vez "menos comprometidas e a conotação partidária ia-se afastando do Partido Comunista." Depois do encerramento da banda em 1992, continuou a cantar a solo, tendo lançado o seu "primeiro álbum, Represas, em 1993, influenciado por uma viagem a Havana."

Um dos muitos temas que o definem como cantor foi "Feiticeira, em colaboração com o cubano Pablo Milanés," mas o cantor teve ainda diversas "colaborações musicais," com nomes "como Bernardo Sasseti, Simone de Oliveira, Jorge Palma, Compay Segundo, ou Gilberto Gil." Músicas como "Saudade", "Balada das sete saias" e "Fizeram os dias assim" ficariam famosas na sua voz, mas houve um tema que marcou uma outra nação: "Timor" foi uma das mais conhecidas canções de Luís Represas, uma canção que se transformou num hino pela autodeterminação de um povo. "Em 2005, Luís Represas foi distinguido pelo Estado português com a Ordem de Mérito do grau de Comendador por Jorge Sampaio."

A minha canção preferida é esta: "Perdidamente", que tem por base um poema de Florbela Espanca e fez parte do disco de 1987 "Terra Firme."

O artista sofria de um cancro pulmonar e acabou por falecer esta manhã, possivelmente de "complicações relacionadas com a doença."

Fontes:

https://observador.pt/2026/07/22/morreu-luis-represas-o-musico-e-vocalista-dos-trovante-tinha-69-anos/

https://observador.pt/especiais/luis-represas-1956-2026-cantor-portugues-de-qualquer-chao-e-tempo/

https://www.youtube.com/watch?v=tjHt2N2PPfk



17/07/2026

Sismo no México assusta população

Apenas algumas semanas depois do sismo na região da Venezuela, que fez cerca de cinco mil vítimas mortais, entre as quais 120 portugueses e lusodescendentes, a terra voltou a tremer, desta vez, afetando a região do México. 

O abalo que ocorreu a uma profundidade de  a uma profundidade de "15,2 quilómetros, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) citado pela agência Reuters", teve uma magnitude de 7.3 na escala de Richter e afetou a zona de Puerto Madero, na "costa do estado mexicano de Chiapas." Foi também sentido na Guatemala, onde "fez tremer edifícios e levou alguns moradores a abandonar as habitações por precaução" e também em El Salvador".

O "Sistema de Alerta de Tsunamis dos Estados Unidos" emitiu um "alerta de tsunami", que entretanto acabou por ser retirado. Segundo a "presidente do México, Cláudia Sheinbuam," não terão sido registados "danos em Chiapas e Tabasco." De acordo com "o presidente da Guatemala, Bernardo Arévalo," também nesse país não se terão registado "quaisquer vítimas."

Foram entretanto registadas réplicas com oscilações "entre os 4,5 e os 6,1 na escala de Richter", que também assustaram a população.


Fontes:

https://sicnoticias.pt/mundo/2026-07-17-sismo-de-magnitude-74-atinge-sul-do-mexico-e-leva-a-alerta-de-tsunami-5770fa2f

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/sem-registo-de-danos-sismo-de-magnitude-73-atingiu-costa-do-mexico-e-perto-da-guatemala_n1754148

https://observador.pt/2026/07/17/sismo-de-magnitude-74-atinge-sul-do-mexico-eua-avisam-para-possibilidade-de-tsunami/


Numa praça de gente madura

Hoje, numa " praça de gente madura ", o povo saiu à rua. Não foram pôr cravos nas lapelas, nem nas espingardas dos militares, como...