26/07/2026

Espanha a braços com incêndios mortíferos

Espanha luta há vários dias contra o fogo. Um primeiro incêndio "deflagrou na zona da Andaluzia a 9 de julho provocou a morte a 13 pessoas, uma delas, uma cidadã britânica de 93 anos, que morreu após ter estado internada, com queimaduras graves, no Hospital de Torrecárdenas." O socorro a esta população, na sua maioria estrangeira, foi criticado pelos familiares das vítimas. O número acabaria por subir para catorze com a morte de uma mulher que lutava pela vida no hospital, depois de ter sido encontrada com cerca de 70% do corpo queimado. Doze das vítimas mortais são estrangeiros e as outras duas são de nacionalidade espanhola.

A região mais afetada foi a de Almeria, na qual cerca de "5.200 hectares" foram já consumidos. Em Madrid, foram retiradas de casa 55.000 pessoas, mas no seu conjunto podemos estar a falar de cerca de !100 mil pessoas" que já foram obrigadas "a abandonar as suas casas."

O incêndio pode ter tido como causa inicial uma "faísca provocada por uma máquina que funcionava numa obra ilegal," que tinha sido "mandada executar pela associação de criadores de gado." Este incêndio, ter-se-á depois juntado a um outro, passando a tratar-se agora de um único mega incêndio, que abrange já um perímetro de mais de "200 quilómetros," estendendo-se "desde a região de Madrid até Ávila (Castela e Leão) e Toledo (Castela - La Mancha)."

Portugal enviou uma equipa de 128 operacionais para apoio ao combate. O IRA enviou também uma equipa "para ajudar a resgatar animais." O grupo já se deparou com diversos "animais com queimaduras graves ou intoxicados pela inalação de fumos," sobretudo "ovelhas, cabras e cavalos."

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