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14/12/2025

Porque se mata por uma ideologia?

Porque é que uma pessoa acha que pode matar outra por causa de uma diferença ideológica? Atentados com armas de fogo, com carros, com camiões que proliferam pelo mundo.

Domingo. Uma família dirige-se à praia de Bondi para celebrar o seu Hanukkah. Saõ judeus australianos e estavam reunidos para acendedr as velas que marcam o início da celebração. Muitas outras famílias se juntam, netos e avós, pais e filhos. Quando alguém se lembra de fazer disparos indiscriminados contra quem está na praia, numa atitude de ódio e intolerância. "Doze pessoas morreram" e pelo menos 29 ficaram feridas na sequência do tiroteio que ocorreu este "domingo, 14 de dezembro, na praia australiana de Bondi, em Sydney, onde se realizava a festa judaica de Hanukkah."

"Entre os feridos há ainda dois agentes policiais, que acorreram ao local, bem como um segundo atirador, que se encontra em estado crítico," já sob custódia das autoridades. Houve ainda uma "ameaça de bomba em curso naquela área", com a polícia a referir que "estava a trabalhar para desarmar (...) um artefato explosivo improvisado."

Na Alemanha, as autoridades anteciparam e detiveram "cinco homens" que estariam a planear "um ataque a um mercado de Natal no sul da Baviera. Os homens, três "marroquinos de 22, 28 e 30 anos, um cidadão egípcio de 56 anos e um sírio de 37 anos foram detidos na sexta-feira na passagem fronteiriça de Suben, entre a Alemanha e a Áustria." Segundo se sabe, o mais velho, um homem de 56 anos, "terá feito um apelo numa mesquita" para encontrar quem com ele quisesse colaborar num ataque a "um mercado nos arredores da cidade de Dingolfing-Landau, perto de Munique," referindo que iriam utilizar "Qum veículo para matar ou ferir o maior número possível de pessoas." Os restantes terão concordado na realização do atentado.

Em 2016, um islamita avançou com um camião atropelando quem passeava num "mercado de Natal no centro de Berlim" e, em dezembro passado, "um ataque" com um carro-bomba em Magdeburgo, provocou "seis mortos e mais de 300 feridos."

Ontem, na universidade de Brown, na cidade de Providence, nos EUA, duas pessoas terão perdido a vida num tiroteio, que aconteceu "no segundo dia de exames nacionais." O edifício atingido é onde fica a "Escola de Engenharia e o departamento de Física," e conta com "mais de 100 laboratórios, dezenas de salas de aula e escritórios." Esta universidade é privada e faz parte da reputada "Ivy League, um grupo de universidades de elite," com cerca de "11 mil alunos." Não se sabem as razões nem as motivações para este tiroteio. 

Fontes:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr5z7dlvervo

https://www.jn.pt/mundo/artigo/dois-mortos-e-oito-feridos-em-tiroteio-na-universidade-brown-nos-eua/

https://www.dn.pt/internacional/10-mortos-e-12-feridos-num-tiroteio-durante-uma-festa-judaica-em-praia-na-austrlia-h-duas-pessoas-detidas

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/detidos-cinco-suspeitos-de-planear-ataque-a-mercado-de-natal-em-munique_n170417

https://sicnoticias.pt/mundo/2025-12-14-autoridades-alemas-detem-cinco-suspeitos-de-planearem-ataque-em-mercado-de-natal-e23a6e4b

 

21/09/2025

Dia Internacional da Paz

Celebra-se hoje a Paz! 

Era tão bom que fosse uma realidade, mas infelizmente, parece que estamos cada vez mais perto do alargamento da guerra e a uma distância cada vez maior da tão desejada paz. "Este dia foi estabelecido em 1981 e proclamado na Resolução 55/282, adotada na Assembleia Geral da ONU a 28 de setembro de 2001."

Nesta data, tenta-se assinalar o desafio internacional pela paz "através da observação de 24 horas de não-violência e de cessar-fogo em todo o mundo." Este ano, acrescenta-se uma outra iniciativa, simbólica, em que se juntam o "Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC)", a "UNICEF Portugal" e um  "grupo de personalidades públicas", que concretizam a "iniciativa #JanelaBrancaPelaPaz" em que se desafiam "todas as pessoas e entidades a decorarem, nesse dia, a sua janela com uma peça branca para evocar a importância da Paz e para mostrar a sua solidariedade para com todos os que vivem em situação de guerra ou de conflito." Uma ação pacífica e fácil de concretizar. Mas o que é a Paz, nos tempos que correm? Estamos em Paz armada? Ou envolvidos numa guerra através das alianças criadas? E sobre a política externa? Estaremos apenas a seguir na cauda daquilo que os outros querem ou estaremos a pensar naquelas que devem ser as nossas prioridades? Não sabemos...

A ação que mais se destaca é a oficialização por Portugal e por outros nove países, do "reconhecimento do Estado da Palestina." Esta "decisão do governo" é apoiada pelo "o Presidente da República" que “acompanhou todo o processo”. Aliás, destaque-se a ida de Marcelo Rebelo de Sousa a Nova Iorque, onde será feito o anúncio, o qual está previsto "para as 15h15 (20h15, hora de Lisboa) e será proferido por Paulo Rangel, antes da Conferência de Alto Nível das Nações Unidas, que se realiza na segunda-feira, em Nova Iorque." Porquê agora e não antes? 

A posição portuguesa, não é no entanto, unânime, com "o partido conservador CDS-PP, parceiro da coligação do atual executivo," a discordar "do anúncio, afirmando que o mesmo “é inoportuno”.

De acordo com o presidente da República e dos apoiantes da decisão, a posição do Estado português passa por "defender a moderação para que essa fórmula [de dois Estados, de Israel e da Palestina] seja possível, e afastar-se dos radicalismos." Entretanto, Londres já avançou com o reconhecimento, praticamente ao mesmo tempo que o Canadá e que a Austrália.

Fontes:

https://eurocid.mne.gov.pt/eventos/dia-internacional-da-paz

https://pt.euronews.com/2025/09/21/portugal-e-mais-nove-paises-preparam-se-para-reconhecer-estado-da-palestina-neste-domingo

17/05/2025

Dia de Reflexão.. do futebol e da canção

Hoje, véspera de eleições legislativas, é dia de reflexão. 

Tenho estado a pensar que a nossa democracia é muito novinha e que, por isso mesmo, ainda estejamos a aprender a viver assim, com direitos. Tal como disse Churchil um dia, "a democracia é o pior dos sistemas, com excepção de todos os outros.” Podemos não estar contentes com aquilo que temos, mas temos a possibilidade de escolher: ir ou ficar em casa, votar em quem achamos que deve ganhar, votar naquele com quem nos identificamos mais, votar no outro que achamos que não será tão mau. Podemos votar sempre no mesmo... ou sempre num diferente. 

E é este poder, que nos voltou a ser dado em abril de 1974, que não podemos deixar cair novamente nas mãos de um grupo ou de uma só pessoa. O poder ainda é nosso, ainda é do povo, mas só valerá a pena se, amanhã, nos fizermos ouvir e, se todos, formos dar o nosso contributo para a democracia.

Hoje será também dia de campeonato de futebol e, daqui a pouco se saberá quem vai até ao Marquês de Pombal (a taça, ficará cá por baixo este ano). Aquilo que espero, é que todos se divirtam - ganhe quem ganhar - e que, depois, não se lamentem distúrbios. O futebol é a festa do povo, traz para a rua milhares de pessoas e acende mais discussões do que a própria política.

Logo, Portugal estará na final do Festival da Canção. Um sábado bem popular, não é? Tenciono ficar a ver o Festival, nem que seja para perceber quais são as outras canções a concurso. A nossa, já conheço e, para mim, representa bem aquilo que nós somos. Um país de jovens que têm de dizer adeus a quem cá fica, para irem à procura de um futuro mais promissor lá fora, na estranja. Já fomos o país de iletrados que saía à procura de qualquer trabalho com o qual fosse possível mandar dinheiro para a família que cá ficava, o país de gente que partia para trabalhar de sol a sol, fora de casa e que voltava anos depois com uma espécie de riqueza que cá não teria hipótese de construir. Hoje, o país de engenheiros, enfermeiros, que saiem à procura de valorização profissional, enriquecimento curricular, estatuto e respeito. Somos tudo isto e, por isso, como dizem os NAPA, 

"O meu caminho eu faço a pensar em regressarÀ minha casa, é ilha, paz,..." 

Uma letra que nos fala de um lugar muito especial, 

"...Madeira...do meio do marDo coração do oceano," 

mas que nos representa a todos, portugueses. Pelo que tenho acompanhado, a maioria das outras canções são apresentadas com todo um espetáculo montado por trás, entre leds, fogo de artifício e sistemas complicados de movimentação em palco. Os nossos, irão quase que apenas só com a voz e o instrumental, em comparação com as outras grandes produções e, por isso, quase de certeza que ficaremos cá para baixo... mas não importa.

Além dos nossos NAPA, "entre os que passaram à final estão o contratenor austríaco de formação clássica JJ, um dos favoritos das casas de apostas com a sua canção pop-ópera Wasted Love, e o israelita Yuval Raphael, que interpretará a canção New Day Will Rise". Israel, "apesar de não localizar-se no continente europeu, participa no Festival Eurovisão da Canção por ser filiado da União Europeia de Radiodifusão." Tal como Israel que participa desde 1973, também participam a Arménia, desde 2006 e o Azerbaijão, desde 2008, pela mesma justificação. 

Quanto à Austrália, que este ano nem sequer passou à final, só participa neste Festival desde 2015, aquando da celebração dos 60 anos do festival. "Mesmo que, com a diferença horária, o concurso só comece às 4h da madrugada," a verdade é são, e média, "mais de 2,7 milhões de australianos a acompanhar a final."


Fontes:

https://pt.euronews.com/cultura/2025/05/16/eurovisao-2025-estao-definidos-os-26-finalistas

https://www.publico.pt/2020/10/13/opiniao/noticia/democracia-pior-sistemas-1934958

https://www.google.com/search?q=napa+letra+deslocado&rlz=1C1GCEA_enPT797PT799&oq=napa+letra+desl&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUqBwgAEAAYgAQyBwgAEAAYgAQyBggBEEUYOTIKCAIQABiABBiiBDIHCAMQABjvBTIKCAQQABiABBiiBDIHCAUQABjvBdIBCTYxNTdqMGoxNagCCLACAfEFw2S9Tu_Xmrc&sourceid=chrome&ie=UTF-8

https://pt.wikipedia.org/wiki/Israel_no_Festival_Eurovis%C3%A3o_da_Can%C3%A7%C3%A3o

https://www.noticiasaominuto.com/cultura/1995221/afinal-porque-e-que-a-australia-participa-na-eurovisao

03/05/2024

Manifestações estudantis pró-Palestina

Os movimentos organizados de estudantes repetem-se nos EUA, Canadá, México e Austrália e espalham-se também por alguns países da Europa, nomeadamente, França e Alemanha. Nas universidades americanas, os protestos começaram logo depois de Israel ter atacado a Palestina, depois do ataque do Hamas a Israel que ocorreu a sete de outubro do ano passado,

Os protestos ganharam um novo fôlego nos últimos dias e houve já milhares de detenções, mas já desde 17 de abril, que esta "vaga de protestos a favor de Gaza" se tem intensificado. Os estudantes montaram mesmo auênticos acampamentos junto aos campus universitários. Fala-se já em mais de dois mil detidos. Quando estes protestos levam a atos de invasão de propriedade, vandalismo e destruição de património, não podem, segundo afirmou Biden, ser considerados atos pacíficos. Em várias universidades foram já anunciadas aulas em sistema híbrido.

Na passada terça-feira, um grupo de "manifestantes pró-palestinianos" que estavam "barricados na prestigiada Universidade de Columbia, epicentro do movimento de protesto estudantil, foram expulsos" e os acampamentos desmantelados. Contraditoriamente, os EUA têm fornecido apoio humanitário para a Palestina ao mesmo tempo que, atribuem milhões de euros a Israel.

"Na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), dezenas de estudantes foram detidos, quando "dezenas de polícias com equipamento antimotim avançaram sobre uma multidão de manifestantes." A polícia conseguiu remover barricadas e começou mesmo a "desmantelar acampamentos fortificados." Na UCLA, "centenas de pessoas, entre alunos e ativistas, desafiaram a ordem de dispersão e formaram correntes humanas, enquanto a polícia disparava granadas de atordoamento sobre eles."

Na sua maioria, os protestos têm sido pacíficos, defendendo sobretudo os direitos humanos na Faixa de Gaza e o fim do apoio dado pelo governo dos EUA a Israel. O que está em causa são os milhões de euros que ainda na semana passada foram aprovados pelo "Senado" através de um projeto lei que prevê a atribuição de "cerca de 24,3 mil milhões de euros para Israel e 9,4 mil milhões em assistência humanitária a Gaza." Dá que pensar... Acrescente-se ainda o veto feito pelos EUA à adesão plena da Palestina à ONU.

Em França, muitos estudantes também se juntaram aos protestos. "Pelo menos 23 estabelecimentos de ensino já foram bloqueados, em França." Desde ontem que a polícia francesa tem estado a tentar "retirar várias dezenas de ativistas pró-palestinianos que ocupavam as instalações da escola "Sciences Po" (Instituto de Estudos Políticos de Paris), que se encontra encerrada devido à situação de tensão. "O Governo francês" prometeu que iria "reagir com total firmeza aos bloqueios" e pediu aos reitores das universidades que se mantenham neutros e "não tomem qualquer posição." 

Os confrontos com a polícia têm vindo a aumentar. As universidades que têm sido ocupadas e bloqueadas, têm sido estrategicamente escolhidas, "para garantirem que a mensagem é repercutida a nível nacional e internacional." Uma das escolhidas, foi a "Sciences Po" uma universidade com polos espalhados pela França e onde as ações levadas a "cabo pelos estudantes" têm reivindicado o "apoio a Gaza." Apesar dos movimentos serem pacíficos, há sempre confrontos e, não obstante muitos dos participantes serem até judeus, houve já relatos de frases anti-semitas e discursos de ódio. 

Os protestos estenderam-se também a algumas universidades inglesas. "Segundo o The Guardian, novos acampamentos de estudantes espalharam-se por várias universidades do Reino Unido, em Manchester, Sheffield, Bristol e Newcastle." Perante as acusações de anti-semitismo, um dos estudantes presentes no acampamento que foi montado na "Universidade de Sheffield," referiu que “alguns dos ativistas mais dedicados são estudantes judeus”.

Na Alemanha, a polícia também teve de intervir, "para retirar manifestantes pró-palestinianos reunidos em frente à Universidade Humboldt de Berlim, no centro da capital." Na Suíça, cerca de "uma centena de estudantes pró-palestinianos ocuparam ao fim da tarde de quinta-feira o hall de entrada do edifício Geopolis da Universidade de Lausanne (UNIL)."

No que respeita ao Canadá, foram várias as cidades que se associaram a estes movimentos pró-palestinianos, como aconteceu por exemplo na universidade McGill, em Montreal, onde o primeiro e maior acampamento da região, com cerca de setenta tendas, começou a ser construído a 27 de abril e, progressivamente, foi aumentando de dimensão. "As centenas de manifestantes reforçaram o seu acampamento nos últimos dias devido à ameaça de desmantelamento pela polícia," afirmando-se determinados a "ocupar o local durante o tempo que for necessário, até que a McGill corte todos os laços financeiros e académicos com Israel." Muitos dos manifestantes que ali se encontram podem nem sequer fazer parte da comunidade estudantil. Em Toronto, foi instalado um acampamento com cerca de meia centena de tendas.

Na Austrália, os estudantes das universidades de Sydney, Melbourne, Brisbane e Perth juntaram-se também aos protestos dos seus congéneres americanos e europeus. Em Sydney, a situação tornou-se mais tensa quando, centenas de manifestantes pró-palestinianos e pró-israelitas se encontraram frente a frente durante o dia de hoje. "Apesar de algumas trocas de palavras tensas, os dois encontros mantiveram-se pacíficos e a polícia não interveio. Os ativistas pró-palestinianos estão acampados há dez dias num relvado em frente ao vasto edifício gótico da Universidade de Sydney, um bastião da academia australiana."

No Egito, ou outros países árabes, estas manifestações estudantis não se fazem notar, muito por receio aquilo que as forças apoiantes do governo possam vir a fazer, No Egito, "os protestos públicos foram proibidos por decreto presidencial já que as autoridades temem que as manifestações contra Israel possam mais tarde virar-se contra o governo do Cairo, liderado por Abdel Fattah al-Sisi."

Em Portugal, as coisas aparentemente estão calmas, apesar de no passado dia 17 de outubro, na data em que se assinalavam os 55 anos sobre a "Crise Académica de 1969," se ter registou-se um pedido de palavra para se falar sobre a situação na Palestina. O Presidente da República Portuguesa deu voz aos estudantes que, representados pr uma porta-voz (Joana Coelho), defenderam "o reconhecimento do Estado da Palestina independente" e um cessar-fogo "imediato e permanente". Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou nessa ocasião, aquilo que já tem dito de outras vezes, que "Portugal sempre defendeu o direito da Palestina" a ter a sua  autodeterminação como um "Estado independente".

Fontes:

https://eco.sapo.pt/2024/05/03/protestos-estudantis-pro-palestina-alargam-se-dos-eua-ate-a-europa-e-australia/

https://expresso.pt/internacional/eua/2024-05-03-mais-de-dois-mil-manifestantes-pro-palestina-detidos-em-universidades-americanas-confrontos-com-a-policia-estao-a-aumentar-dd882f1b

https://www.publico.pt/2024/05/03/mundo/noticia/onda-protestos-estudantis-palestina-espalhase-varios-pontos-mundo-2089097

https://www.publico.pt/2024/04/17/p3/noticia/estudantes-coimbra-pediram-palavra-falar-palestina-marcelo-deu-2087369

https://www.sabado.pt/mundo/detalhe/manifestacoes-pro-palestina-nao-chegam-as-universidades-arabes

https://sicnoticias.pt/mundo/2024-05-03-video-centenas-de-alunos-bloqueiam-universidades-de-franca-em-protestos-pro-palestina-1f0b45de

15/04/2024

Terror na Austrália

No passado sábado, um indivíduo entrou num centro comercial em Sydney e, sem mais nem quê, começou a esfaquear quem apanhava no seu caminho, causando a morte a seia pessoas e vários feridos. O sujeito foi alvejado por uma agente da polícia que entrou sozinha no espaço e disparou contra o criminoso, que acabou por morrer. Este caso ainda está em investigação, mas "a polícia já afastou a hipótese de se tratar de um ato terrorista". Mas há uma coisa que parece ser certa: Joel Cauchi atacou "principalmente mulheres na sua ação no centro comercial Westfield, em Bondi Junction, Sydney, Austrália." De todas as vítimas, "Faraz Tahir, de 30 anos, que trabalhava como segurança" no centro comercial, foi a única vítima mortal do sexo masculino.


Uma das vítimas do homem de 40 anos, era "uma mãe que estava com o seu bebé de nove meses." Durante o ataque, Ashlee Good, tentou proteger a filha, acabando por entregá-la "a desconhecidos num momento de desespero, antes de ser levada para o hospital, onde faleceu. A criança, Harriet, está internada em estado grave."


Sydney chorava ainda os seus mortos quando um novo ataque aconteceu, numa igreja na mesma cidade. O bispo e outras três pessoas terão sido esfaqueadas, tendo uma das vítimas, de 50 anos, ficado em estado grave. O momento do ataque ficou filmado, uma vez que o bispo se encontrava a fazer uma transmissão simultânea pela internet. O bairro on de fica esta congregação, "é conhecido por acolher membros da pequena comunidade cristã assíria, que fugiram da perseguição e da guerra no Iraque e na Síria." O atacante poderá ser um jovem de apenas quinze anos. 


E assim vai o mundo...


Fontes:


https://lifestyle.sapo.pt/vida-e-carreira/noticias-vida-e-carreira/artigos/em-investigacao-na-australia-o-que-levou-este-homem-a-atacar-apenas-mulheres-num-centro-comercial


https://sicnoticias.pt/mundo/2024-04-14-video-policia-heroina-abateu-homem-que-esfaqueou-varias-pessoas-em-sidney-307776cc


https://www.rtp.pt/noticias/mundo/australia-varios-feridos-em-novo-esfaqueamento-numa-igreja-em-sydney_n1564511


https://www.vaticannews.va/pt/mundo/news/2024-04/australia-ataque-igreja-bispo-sydney-mar-mari-emmanuel.html


 


 

Numa praça de gente madura

Hoje, numa " praça de gente madura ", o povo saiu à rua. Não foram pôr cravos nas lapelas, nem nas espingardas dos militares, como...