17/07/2026

Sismo no México assusta população

Apenas algumas semanas depois do sismo na região da Venezuela, que fez cerca de cinco mil vítimas mortais, entre as quais 120 portugueses e lusodescendentes, a terra voltou a tremer, desta vez, afetando a região do México. 

O abalo que ocorreu a uma profundidade de  a uma profundidade de "15,2 quilómetros, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) citado pela agência Reuters", teve uma magnitude de 7.3 na escala de Richter e afetou a zona de Puerto Madero, na "costa do estado mexicano de Chiapas." Foi também sentido na Guatemala, onde "fez tremer edifícios e levou alguns moradores a abandonar as habitações por precaução" e também em El Salvador".

O "Sistema de Alerta de Tsunamis dos Estados Unidos" emitiu um "alerta de tsunami", que entretanto acabou por ser retirado. Segundo a "presidente do México, Cláudia Sheinbuam," não terão sido registados "danos em Chiapas e Tabasco." De acordo com "o presidente da Guatemala, Bernardo Arévalo," também nesse país não se terão registado "quaisquer vítimas."

Foram entretanto registadas réplicas com oscilações "entre os 4,5 e os 6,1 na escala de Richter", que também assustaram a população.


Fontes:

https://sicnoticias.pt/mundo/2026-07-17-sismo-de-magnitude-74-atinge-sul-do-mexico-e-leva-a-alerta-de-tsunami-5770fa2f

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/sem-registo-de-danos-sismo-de-magnitude-73-atingiu-costa-do-mexico-e-perto-da-guatemala_n1754148

https://observador.pt/2026/07/17/sismo-de-magnitude-74-atinge-sul-do-mexico-eua-avisam-para-possibilidade-de-tsunami/


13/07/2026

Incêndio em Banguecoque faz 28 mortos

Um incêndio provocou o pânico num bar de Banguecoque, e provocou "pelo menos 28 mortos" e 68 feridos, 25 dos quais em estado crítico. Devido a um "apagão," as pessoas procuravam desesperadas sair para o exterior, mas muitas acabaram por ser encontradas mortas dentro das casas de banho. Alguns relatos, fazem as autoridades investigar o porquê de "alguns clientes " terem "sido impedidos de abandonar o estabelecimento até pagarem as suas contas." Segundo "o primeiro-ministro Anutin Charnvirakul," à agência Reuters, "não havia nenhuma sinalização clara de saída de emergência," e disse ainda "aos jornalistas que o espaço contava com duas saídas de emergência, mas ambas estavam obstruídas."

O que poderia aqui ter corrido melhor? A ser verdade, a falta de sinalética para indicar as saídas e haver relatos de que estas não estariam desimpedidas, pode concorrido para o número elevado de mortos. O que assistimos muitas vezes neste tipo de espaços (e não falo especificamente da Tailândia), são portas bloqueadas por correntes que impedem a sua abertura. 

Um outro incêndio, ocorrido na passagem de ano de 2009, "destruiu a discoteca Santika, também em Banguecoque," e causou "67 mortes e mais de 200 feridos," possivelmente devido ao uso de fogo de artifício no interior do espaço. Um caso semelhante aconteceu em 2022, quando "14 pessoas morreram num incêndio num bar na parte oriental da cidade."

Fontes:

11/07/2026

Uma embarcação turística com 36 pessoas a bordo afundou-se a cerca de 500 metros "da ilha de Phu Quoc," levando à morte de 15 dos seus ocupantes. Uma das possíveis causas para o barco se ter virado, pode ter sido o forte vento e ondulação uma vez que há relatos de que o mar estaria "agitado, com fortes ventos a passar por aquela região."

As vítimas eram turistas indianos que faziam a viagem através da empresa onde trabalhavam.

No ano passado, pela mesma altura, um barco que transportava 53 ocupantes naufragou, resultando na morte de 34 pessoas e 8 desaparecidos. Neste caso, a culpa parece ter sido de uma tempestade que "atingiu de forma repentina não só a província de Quang Ninh, mas também várias localidades do norte do país, incluindo Hanói, Thai Nguyen, Bac Ninh e Ninh Binh."  Em janeiro de 2025, registou-se também um acidente com "um ferry" que se "afundou na ilha turística de Bali, na Indonésia, provocando a morte de 18 pessoas."

O "Tufão Yagi" foi considerado o culpado do afundamento de "30 navios" neste caso na "província costeira de Quang Ninh, ao longo da Baía de Ha Long."


Fontes:

07/07/2026

E o sonho acabou...

Ontem, quem tinha os pés na terra sabia que era muito mais provável que a seleção portuguesa "caísse" frente à seleção espanhola. Por muito que quiséssemos acreditar no contrário, não havia muita margem para que saíssemos vencedores. No entanto e como no futebol tudo é incerto, assistimos ao jogo com a convicção de que tudo poderia dar certo. Era uma Espanha, a campeã do europeu de 2024 que ali estava, contra a seleção campeã do europeu de 2016. No Mundial de 2018, tinha havido um empate a três golos na fase de grupos entre as duas seleções, num jogo em que a Espanha dominou a posse de bola e os remates e em que os três golos portugueses foram tiros certeiros de Cristiano Ronaldo.
Até mais ou menos aos 90 minutos, enquanto o empate a zeros estava no ecrã, fomos acreditando. Mas a Espanha também não estava com vontade de voltar e num último fôlego, deu a volta e acabou com a esperança de milhões. Até ao golo da Espanha, o jogo foi sendo disputado com algum equilíbrio, em que a Espanha atacava mais, mas Portugal ia conseguindo cortar as melhores jogadas às vezes por poucos milímetros. Mas bastou o golo, só um, para que a seleção das quinas começasse a parecer um ninho de formigas pisado. A equipa desfez-se e se até ali pelo menos tinham conseguido manter a calma e defender, saindo em contra-ataque, agora perdiam o trabalho de equipa e era cada um por si.
Só me resta dar os parabéns à Espanha. 
E agora começa a dança... 
Sai o treinador, Roberto Martínez - que no fim do jogo anunciou que aquele tinha sido o seu último jogo à frente dos destinos da seleção - a comunicação social continua a querer por as culpas em Ronaldo que acaba por responder de forma confusa aos jornalistas e os portugueses deixam, de repente, de apoiar os seus jogadores. Para mim, sempre achei estranho, num país tão nacionalista, haver um estrangeiro à frente da seleção - fosse ele brasileiro ou espanhol. A seleção nacional é um conjunto formado por portugueses, nascidos ou nacionalizados, o que me remete para a questão: o selecionador não faz parte dessa equipa? Bem, vendo algumas das opções tomadas por Martinez, a verdade é que se calhar não faz. E não digo com isto que ele fez escolhas más de propósito, mas que no seu inconsciente estava ali a vontade de ver o seu país ser campeão. O próprio mostrou estar em divergência quando anuncia a saída, minutos depois do fim do jogo, demonstrando que essa decisão já estava tomada antes mesmo de iniciar a partida (talvez se vencessem, a saída tivesse sido adiada, mas a decisão de sair após o final do jogo de eliminação, estava tomada e era aceite por ambas as partes).
Os portugueses têm, no geral, mau perder. E uma vez que na vida se perde sempre mais do que se ganha, não entendo. O que me interessa se joga o A ou o B - não sou eu que estou a jogar, nem sou eu que recebo dinheiro - a escolha não é minha. Gosto quando ganhamos? Sim, mas com tanto de pedantismo que vejo, por vezes até fico feliz quando a seleção de futebol masculina sai derrotada. Sobre o Ronaldo? Não me interessa falar, pois já se falou demais. É um jogador como os outros, tem uma história de vida interessante e até já foi um dos melhores. Já não o é, e mesmo ele, sabe bem disso, mas claro que a vaidade está acima de tudo o resto. Este é um caso onde se pode dizer que a imagem falou mais alto do que a qualidade. 
São horas e horas de notícias, comentários e jogos de futebol. E se equilibrassem com outros desportos? Enquanto isso, fomos campeões mundiais, sim, mas de outras modalidades. Alguém sabe de quais e o nome dos atletas? Poucos saberão. 
Uma coisa digo: as intrigas e interferências externas, que chegam ao cúmulo da perseguição, criadas pelo mediatismo que envolve os jogadores, também nos faz perder jogos. Podem ganhar milhões, mas são pessoas. Por isso, se o sonho de vencer este mundial acabou, a culpa, essa nunca será apenas dos jogadores mas de toda uma indústria criada à sua volta.
E já agora, parabéns à seleção de Cabo Verde, que festejou mais, apesar da derrota, do que nós alguma vez soubemos celebrar qualquer vitória!

Fontes:

04/07/2026

A subida de temperatura, o abandono das zonas rurais e a época de incêndios

Todos os anos, o drama se repete. As queixas são comuns, os piores cenários são-nos transmitidos pelas imagens das reportagens que nos mostram a realidade nacional. Passa-se o inverno e a primavera a falar sobre o que se deve fazer (limpezas preventivas, limitação de combustíveis...) mas quando chega o verão e as temperaturas sobem, tudo se repete. O que se passa? 

A verdade é que isto não acontece apenas no nosso país e deveria ser visto como um problema mais alargado e menos como algo localizado. Os incêndios afetam-nos a todos direta ou indiretamente e, as causas, essas, acabam por ser difíceis de explicar pois na sua génese podem envolver diferentes fenómenos de origem humana ou natural. 

Neste momento, estamos com um incêndio de grandes dimensões na região de Vouzela, o qual deflagrou na passada quinta-feira e que conta com mais de mil operacionais no terreno, "apoiados de 384 veículos e seis aeronaves, segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC)." Ontem, foi ativado o "Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil" e tiveram de ser efetuadas evacuações preventivas em "duas aldeias na Serra do Caramulo: Matadegas e Mançores, na União de Freguesias de São João do Monte e Mosteirinho." Fala-se em cerca de mais de 12 mil hectares ardidos, até agora, tendo o incêndio entretanto reativado na região de Tondela. O balanço final ainda não pode, por isso, ser feito, embora já se saiba que os prejuízos são avultados, no que respeita a danos no património natural, na atividade agrícola e agropecuária, bem como em algumas empresas e habitações.

Deste incêndio terão ainda resultado "dois feridos graves, um homem de 55 anos que sofreu queimaduras de segundo e terceiro grau quando tentava combater o fogo e outro, de 34 anos, que sofreu um traumatismo craniano grave ao cair de uma carrinha particular que transportava água para o combate às chamas." Além destes, terão ainda sido registados ferimentos em "dois bombeiros."

Entretanto, terá já sido acionada e já se encontra em trabalho uma "equipa da Unidade Militar de Emergências de Espanha, composta por 120 operacionais e 30 veículos." Esta equipa está a "apoiar o combate ao incêndio de Vouzela, no âmbito do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, ativado preventivamente na sexta-feira pelo Governo." Este mecanismo europeu é na prática uma rede a (rescEU) que funciona "como uma reserva estratégica de meios para dar resposta a situações de emergência que são coordenadas pelo instrumento europeu quando um país faz um pedido de ajuda."

Esta ativação deve-se ao calor elevado que se faz sentir em todo o território nacional e que, aliado a fatores de seca e de vento, propiciam uma situação de risco muito elevado. É muito importante referir o acionamento deste protocolo de forma tão imediata, uma vez que em anos anteriores, terá demorado muito mais a pô-lo em marcha, algo que eu nunca entendi.

Existe ainda outro incêndio que no dia de ontem causava preocupação, mas que acabou por ser controlado durante a noite. Este, na região de Setúbal terá tido início numa ignição num automóvel que se incendiou e cujas chamas se espalharam ao mato envolvente. Neste caso, registaram-se "10 feridos ligeiros (oito bombeiros e dois civis) e levou, por precaução, à retirada de 25 pessoas, não havendo registo de feridos graves. Pelas 14h deste sábado, 148 operacionais e 46 veículos estavam em São Sebastião no combate às chamas."

Mas qual a causa destes incêndios que todos os anos nos afetam?

O aquecimento global, visto como o grande papão, os eucaliptos vistos como os invasores terroristas ou o abandono das zonas rurais? Existem muitos estudos, várias conclusões, mas o problema mantém-se. "As condições meteorológicas extremas, mais frequentes e intensas devido às alterações climáticas, não bastam para explicar a dimensão dos desastres que se têm verificado nos últimos anos." A má gestão das espécies arbóreas e a falta de limpeza dos terrenos acaba por tornar estas ondas de calor cada vez mais perigosas. A temperatura elevada só provoca incêndios de grandes dimensões em zonas que não estejam devidamente cuidadas, ou seja, temos sempre de aliar as condições atmosféricas propícias ao próprio risco existente, sendo que aqui entraríamos também pela questão das causas. 

Uma deflagração precisa de uma ignição e as árvores não pegam fogo sozinhas. Sabemos de antemão - através de muitos estudos que vão sendo realizados ao longo dos anos - que muitos dos incêndios são de origem criminosa e de mau uso do fogo. Então, porque é que a prevenção não funciona? Porque na verdade, a prevenção falha na sua execução, porque as pessoas pensam que "não vai acontecer nada"  e continuam a ter comportamentos de risco, ou porque as autarquias não têm capacidade de gerir a sua própria área florestal. Existe ainda uma cultura de "posso fazer o que quero porque o terreno é meu," "limpo se quiser" ou até de abandono das próprias terras. 

A saída das pessoas das zonas rurais com destino a grandes cidades (e que teve o seu auge entre meados do século XIX a meados do século XX) levou ao abandono de muitas terras que antes eram cultivadas e onde pastavam grandes rebanhos e manadas. Quando o terreno é cuidado e cultivado tem menos tendência para arder. Por outro lado, as pessoas sabiam fazer uso do fogo como um aliado, o que agora muitas vezes não acontece. As queimas controladas passaram a ser proibidas uma vez que eram causadoras de grandes incêndios, e porquê? Ora se antes se faziam queimas e queimadas, o que mudou? Mudou a sabedoria de uma prática usada desde tempos ancestrais. mas mudaram também as espécies cultivadas e as arbóreas que agora são plantadas. A floresta autóctone começou a desaparecer, dando lugar a extensões sem fim de monoculturas. E uma monocultura arde mais depressa do que um terreno que esteja dividido em parcelas de plantação diversificada- 

O fenómeno do abandono dos terrenos. acontece muito frequentemente quando não há tempo nem disponibilidade financeira para cuidar de terras herdadas, ou porque se vive noutro ponto do país ou se emigrou para o estrangeiro. Mas devia existir uma responsabilidade social, uma responsabilização que obrigasse a cuidar. O problema é que não existe ainda uma franca gestão das propriedades, mesmo daqueles que são baldios ou que pertencem às câmaras municipais.

A verdade é que ano após ano se choram vítimas de incêndios, se lamentam milhares de hectares ardidos e de casas, armazéns, fábricas e diversos outros bens perdidos. E parece que por muitos estudos que se façam, não se aprende nada.

Fontes:

https://www.publico.pt/2026/07/04/sociedade/noticia/incendios-calor-nao-abranda-ha-1700-operacionais-combater-chamas-2180526
https://www.publico.pt/2026/07/03/politica/noticia/governo-activa-mecanismo-europeu-proteccao-civil-prevencao-incendios-2180453

29/06/2026

Queda de avião mata em França

Existem algumas notícias que nos chamam mais a atenção do que outras. A mim, a queda de uma aeronave numa zona habitada, levanta-me algumas questões: Como e Porquê? 

Penso sempre nas questões de segurança, na negligência e na falha de procedimentos. O acidente que hoje refiro é exemplo disso. Este domingo, uma aeronave caiu na zona de Tomblaine, (perto de Nancy, no Nordeste de França), provocando a morte de todos os 11 ocupantes do aparelho. 

A aeronave pertencia, ao que se sabe através de notícias publicadas, a uma escola de paraquedismo, e estaria registado na Alemanha. Tinha saído do aeródromo de Nancy-Essey, levando a bordo "um grupo de pessoas que iria experimentar paraquedismo." Os cinco alunos que iam fazer o batismo eram enfermeiros. Pouco depois de descolar, ao avião "despenhou-se nas proximidades da pista, não muito longe de uma zona habitacional de Tomblaine e de duas estradas."

Noutro acidente, ocorrido na última sexta-feira, na China, uma pequena aeronave embateu contra o "CITIC Tower, o arranha-céus mais alto do centro financeiro de Pequim," e provocou "a queda de destroços para a via pública." Apenas se sabe da existência de um ferido (uma mulher que teve ferimentos ligeiros e foi transportada para o hospital), não havendo ainda qualquer referência a quem pilotava a aeronave no momento do embate e se há mais feridos ou até mortos.

Fontes:

https://www.publico.pt/2026/06/28/mundo/noticia/aviao-transportava-paraquedistas-cai-nancy-nordeste-franca-2179733

28/06/2026

Sobre o sismo na Venezuela...

Hoje volto a escrever sobre este sismo e sobre o elevado número de vítimas que provocou. Ainda estamos numa fase em que falta encontrar centenas de pessoas e em que, com o passar do tempo, a janela de oportunidade para as retirar com vida dos escombros se está a esgotar. Ontem de manhã, houve "um novo abalo este sábado de 5,6 na escala de Richter na região de Aragua." Muitas vítimas, ainda soterradas, podem ter sucumbido nessa altura. Em vários locais, os edifícios voltaram a mover-se, caíram pedras, as estruturas ainda não estão, pelo que se visualiza nas imagens, escoradas. Em breve, o resgate será trocado pela recolha e identificação de corpos.

Ao dia de hoje, estão no terreno meios humanos e materiais de vários países. Portugal e Espanha por exemplo. Países que querem ajudar e que estão prontos a trabalhar. Mas que ficaram parados, aguardando ordens, aguardando autorização, para terem uma missão durante várias horas. Não consigo imaginar como se sentiram durante esse tempo em que tiveram de ficar a aguardar, sabendo que qualquer minuto conta nestas situações. Por isso, devemos estar gratos a que existam pessoas que são capazes de manter a calma nestas situações. Estarão no terreno agora cerca de "1.600 socorristas" prontos "para prestar assistência às vítimas dos terramotos," a que se juntou um apoio de "cinco milhões de euros", em "ajuda de emergência," enviada pela "União Europeia."

Portugal, enviou para já "dois aviões da Força Aérea", onde seguiram "64 elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), dos Sapadores Bombeiros de Lisboa e do INEM." Estas equipas estão preparadas para ajudar. Seguiu também a bordo cerca de "23 toneladas" de ajuda humanitária, Já se encontram em trabalho, colaborando com equipas de outros países, unindo esforços para tentar resgatar com vida, em tempo útil, as vítimas que ainda se encontram debaixo dos escombros.

Segundo o Ministro dos Negócios Estrangeiros português, o "número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 51." E o número de desaparecidos ainda é bastante elevado. De acordo com o "presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez Gómez," o número de mortos nos dois sismos que atingiram a Venezuela aumentou para 1430." E segundo a "ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas."

Infelizmente, o território afetado é muito vasto e existem ainda vários locais, bastante afetados, que ainda só contam com ajuda de populares. Pessoas que, voluntariamente, procuram com as próprias mãos e sem qualquer segurança, pelos sobreviventes. Pessoas que não querem desistir.

Por cá, como que para nos lembrarmos que devemos estar preparados, foi sentido "um sismo de magnitude 4.1 (Richter) com epicentro a cerca de 70 quilómetros a sudoeste do Cabo de São Vicente." Foi pouco sentido e não terá causado danos, mas se fosse mais forte? Estaríamos preparados?

Fontes:

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/venezuela-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos-sobe-para-51_n1750018

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/1600-socorristas-ja-estao-na-venezuela_v1750027

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/numero-de-mortos-nos-sismos-na-venezuela-ultrapassa-os-1400-41-sao-portugueses-e-lusodescendentes_n1749922

https://www.publico.pt/2026/06/27/sociedade/noticia/sismo-venezuela-numero-portugueses-lusodescendentes-mortos-sobe-36-2179689

https://www.publico.pt/2026/06/28/sociedade/noticia/sismo-ligeiro-sentido-algarve-2179726


Numa praça de gente madura

Hoje, numa " praça de gente madura ", o povo saiu à rua. Não foram pôr cravos nas lapelas, nem nas espingardas dos militares, como...