A população de Granada, sul de Espanha, continua a sentir a terra tremer desde o primeiro abalo que ocorreu este sábado durante a madrugada. A este seguiram-se nesse mesmo dia, 40 abalos sísmicos.
Esta madrugada, 19 de agosto, a terra voltou a tremer e, apesar de não terem sido registados abalos muito significativos, os mesmos continuam a preocupar a população. "Os epicentros foram registados no municípios de La Zubia, Las Gabias, Otura, Alhendín, Ogíjares e Gójar."
Ontem tinha já sido sentido um outro abalo, este com registo de feridos. "Segundo o jornal espanhol El País,o Instituto Geográfico Nacional (IGN) registou," ontem, terça-feira, às 10h30, "um sismo de magnitude 4,7 com epicentro em Gójar, uma localidade situada junto a Alhendín." Este abalo terá provocado ferimentos em três pessoas, bem como danos materiais em edifícios e veículos atingidos pela derrocada de fachadas e muros. Este abalo, acabou por ser mais sentido pelas pessoas, uma vez que ocorreu a "pouca profundidade," tendo havido depois várias réplicas, algumas acima de 4 na escala de Richter.
Nos minutos que se seguiram, "registaram-se mais quatro réplicas," o que levou a que a "Câmara de Granada" mandasse encerrar "com caráter preventivo", "todos os edifícios e instalações municipais abertas ao público. Foi também evacuado todo o complexo monumental de Alhambra e dois centros comerciais da cidade." Esta atividade sísmica não é muito normal naquela região. Desde o dia 14 deste mês, foram já contabilizados 150 abalos.
O abalo dp passado sábado terá tido uma magnitude de 5, com epicentro em "Alhendín," uma pequena localidade "a oeste de Gójar." Um abalo mais fraco foi sentido cerca de "seis minutos depois," este com uma "magnitude 2,6, com epicentro também em "Gójar." Estes abalos provocaram "danos materiais em várias localidades da província e motivaram cerca de 200 chamadas para os serviços de emergência." A estes, foram-se seguindo outros (cerca de 40 abalos registados), o que não tem deixado a população tranquila. A "Junta de Andaluzia ativou então a fase de pré-emergência do Plano perante o Risco Sísmico, que se mantém até hoje."
No que se refere à Colômbia, o número de mortos provocados pelo último sismo - magnitude 7.4 -elevou-se para "265, registando-se ainda 3494 feridos e 496 desaparecidos."
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