07/09/2024

França - Michel Barnier escolhido para primeiro ministro

Michel Barnier, foi este o nome escolhido por Emmanuel Macron para primeiro ministro.

A França foi a eleições legislativas no passado mês de julho, das quais a coligação formada pela esquerda conseguiu, depois de duas rondas, conquistar "o maior número de lugares" no parlamento francês - mas sem maioria absoluta, o que deixa o país num impasse. A extrema-direita, apesar de derrotada não perdeu força - pelo contrário - e mostra-se em recuperação, não apenas em França, mas em muitos outros países europeus.

Na realidade, estas eleições antecipadas tinham lançado o partido do presidente Macron (coligação centrista Ensemble) para o segundo lugar. Com estes resultados, a França ficou como que "paralisada", uma vez que o país nunca "nunca conheceu um parlamento sem partido dominante." Temos de ver que, em França, o sistema eleitoral é um pouco diferente do nosso, e que logo depois das legislativas o primeiro ministro, Gabriel Attal, demitiu-se, deixando o país numa situação ainda mais complicada. 

Neste caso, a opinião de muitos seria de que a culpa desta instabilidade era do próprio Macron - no poder desde 2017 - e das suas políticas. Num artigo do Público muito interessante e que aconselho à leitura, Gabriel Santo (advogado e cronista) diz que a Assembleia Nacional, acabou por ser "relegada para o papel de mera câmara de registo, limitando-se a aprovar textos elaborados à porta fechada por tecnocratas ministeriais sob a tutela do Palácio do Eliseu, muitas vezes em detrimento das liberdades públicas." E isto é algo que, numa democracia não deveria acontecer, especialmente pela importância que esta Assembleia tem tido ao longo dos anos.

A opinião de muitos, era de que "Macron poderia procurar um acordo com a esquerda moderada para criar um governo conjunto",  mas isso é algo a que a França não está habituada e que não se veria acontecer: a decisão acabou por ser tomada agora, quase dois meses depois e penso que esteja longe de agradar a todos, uma vez que não foi aos primeiros, mas sim à "quarta força política," que Macron foi buscar o nome para primeiro ministro: Michel Barnier. Algo que não deixa de ser muito estranho. Vamos ver o que aí vem...

"Barnier será o primeiro-ministro mais velho da Quinta República," e foi também o "negociador da União Europeia para o Brexit," o que lhe poderá dar mais competências e alguma experiência em lidar com documentos e dossiers mais complexos.

Fontes:

https://pt.euronews.com/my-europe/2024/07/08/coligacao-de-esquerda-vence-as-eleicoes-em-franca-e-empurra-o-rn-para-o-terceiro-lugar

https://pt.euronews.com/my-europe/2024/07/08/coligacao-de-esquerda-vence-as-eleicoes-em-franca-e-empurra-o-rn-para-o-terceiro-lugar

https://sicnoticias.pt/mundo/2024-09-06-video-macron-entregou-chaves-da-governacao-a-extrema-direita-esquerda-deve-sair-a-rua-em-franca-7609ae27

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/quem-e-michel-barnier-o-novo-primeiro-ministro-de-franca_a1597842

https://www.publico.pt/2024/07/12/p3/cronica/democracia-agonia-aviso-frances-portugal-ouvir-2097235


 


 

04/09/2024

A guerra continua a matar

Passam os dias e os homem continuam em guerra...


Começa um novo ano escolar, os alunos, de olhos ávidos por aprender, trazem um cantinho escuro no seu pensamento, um cantinho onde estão aquelas imagens com que tantas vezes são bombardeados nos noticiários televisivos. Imagens de meninos como eles, desesperados depois de mais um ataque, imagens de crianças feridas, de crianças mortas.


Começamos a ficar cada vez mais habituados a este estado de "naturalidade". Estão-se todos a matar uns aos outros e... isso é "normal", "sempre foi assim", "já vem de trás..."


Mas onde é que nós andamos com cabeça para acharmos que isto é natural?


Esta manhã, em Lviv, um ataque russo matou sete pessoas, das quais três eram menores. E ontem, num outro bombardeamento, a Rússia tinha já atingido "o Instituto Militar de Comunicações da cidade de Poltava, no centro da Ucrânia," matando "pelo menos 51 pessoas" e causando "271 feridos, de acordo com a última contagem oficial."


Em Gaza, onde outro conflito parece não ter fim à vista, muitos dos refugiados a norte "recorrem às escolas como espaços de abrigo, enquanto no sul a grande maioria" está na zona das tendas humanitárias, "estabelecida pelas forças armadas ao longo da costa." Infelizmente, são estas mesmas escolas e estes mesmos acampamentos os alvos de muitos dos bombardeamentos com que Israel atinge a população, tal como sucedeu no passado domingo, havendo a lamentar a morte de "seis palestinianos" como resultado do bombardeamento a mais "uma escola na cidade de Gaza." E sem esquecer que, também nesta zona, está a decorrer por estes dias uma campanha de vacinação contra a poliomielite - uma grave doença que paralisa e mata bebés e crianças - e que em muitos países já tinha sido erradicada. Infelizemente a guerra também traz com ela estas coisas...


E poderia aqui elencar tantos e tantos destes ataques... e tantas e tantas razões para estar contra o uso de população civil como escudo humanos para proteger líderes e combatentes do Hamas... e tantas outras razões para que este estúpido conflito acabasse já. Mas resta-me apenas continuar a escrever sobre isto, sabendo que nada mais posso fazer.


Fontes:


https://www.dn.pt/4830395720/pelo-menos-sete-mortos-incluindo-tres-criancas-em-ataque-russo-a-lviv/


https://expresso.pt/internacional/medio-oriente/guerra-israel-hamas/2024-09-01-seis-palestinianos-mortos-em-ataque-israelita-a-escola-em-gaza-bd99a565


 


 

03/09/2024

Naufrágio no Canal da Mancha

Infelizmente, há a lamentar mais um naufrágio de uma embarcação que transportava cerca de 70 migrantes e que se dirigia, segundo se sabe, para Inglaterra, vindo do norte de França. O naufrágio deu-se na "costa de Boulonnais", nos mares agitados do Canal da Mancha, e dele resultaram, para já 12 mortes e 2 desaparecidos. "Segundo a BBC, foram já resgatadas mais de 53 pessoas, muitas das quais se encontram em estado crítico e necessitam de cuidados médicos imediatos."


Gérald Darmain, ministro do interior francês, afirmou "que todos os serviços foram mobilizados para localizar os desaparecidos e prestar cuidados aos feridos." Segundo Olivier Barbarin, "presidente da câmara de Le Portel," o fundo do barco ter-se-á rasgado o que contribuiu para que o barco naufragasse mais rapidamente.


"A maior parte das vítimas eram mulheres, algumas com menos de 18 anos, e muitos dos passageiros não tinham coletes salva-vidas, disseram as autoridades, que classificaram este acidente como o mais mortífero acidente com migrantes no canal este ano."


De referir também que, a situação face aos migrantes está a ficar cada vez mais complicada em muitos dos países europeus, em especial em França, estando as regras de asilo a ficar "cada vez mais rigorosas da Europa." Existe inevitavelmente uma "crescente xenofobia" e, o "tratamento hostil dos migrantes têm vindo a empurrá-los para norte." Não menos verdade é que antes deste naufrágio ocorrido esta manhã, contavam-se "pelo menos 30 imigrantes tinham morrido ou desaparecido ao tentarem atravessar para o Reino Unido este ano, de acordo com a Organização Internacional para as Migrações."


Fontes:


https://cnnportugal.iol.pt/naufragio/migrantes/terrivel-naufragio-de-barco-com-migrantes-no-canal-da-mancha-pelo-menos-12-mortos-incluindo-criancas/20240903/66d7198fd34e94b82904c545


https://www.rtp.pt/noticias/mundo/naufragio-no-canal-da-mancha-faz-varias-vitimas_n1597366


https://pt.euronews.com/my-europe/2024/09/03/naufragio-de-barco-de-migrantes-no-canal-da-mancha-faz-pelo-menos-13-mortos

02/09/2024

Meios aéreos - acidente com helicóptero do INEM

Em tempo de verão, é muito frequente ouvirmos falar nos noticiários sobre a presença de meios aéreos no combate às chamas. Noutras ocasiões, ouvimos também falar nos meios do INEM, no socorro e transporte de vítimas graves. No incêndio que ocorreu à dias na Madeira, os meios aéreos foram fundamentais e, infelizmente, na última sexta-feira, a queda de um helicóptero da UEPS, levou à morte de cinco dos seis ocupantes e deixou o país de luto. Sobre este acidente, já foram entretanto "divulgadas as primeiras imagens do momento do acidente aéreo", gravadas a partir das câmaras de segurança de uma unidade hoteleira localizada perto do local, e onde se pode "ver o helicóptero de combate a fogos a cair a pique nas águas do Douro, na zona de Cambres, em Lamego" bem como o aparecimento à tona do piloto e de alguns destroços.


Não se esperava, coincidência ou não, que hoje ocorresse um novo acidente aéreo, desta vez com um dos helicópteros do INEM, que se deslocava para "Mondim de Basto para socorrer uma vítima." Felizmente, os danos são apenas materiais e os seus quatro ocupantes ("um piloto, co-piloto, médico e enfermeira"), estão livres de perigo.


Aquilo que se sabe, neste caso, esta "equipa de emergência ia buscar um ferido de um acidente de trabalho," mas durante a aterragem na localidade de Pedreira, em Mondim de Basto, "o piloto perdeu a visibilidade por causa do pó e acabou por tombar lateralmente".


Trata-se de uma aeronave - AW139 - que "está sediada em Macedo de Cavaleiros". Sobre os meios do INEM disponíveis, em junho, saía a notícia de cerca de "12 milhões para manter aeronaves de emergência médica ao serviço" gastos pelo INEM. Depois do contrato chegar ao fim, a empresa "Avincis" volta a vencer "um concurso por cinco anos" e assina um contrato por "ajuste directo," para "continuar a transportar doentes urgentes, embora de forma deficitária durante a noite." Assim, ficaram disponíveis
"duas aeronaves de médio porte, sediadas em Macedo de Cavaleiros e Loulé, disponíveis 24 horas por dia, e outras duas ligeiras, estacionadas em Viseu e Évora, que voarão 12 horas diárias, durante o período diurno." A realidade é que só houve mais duas candidaturas... "mas ambas com valores significativamente superiores ao preço-base do concurso, que se situava nos 54 milhões de euros."

Apesar da empresa de aviação ter informado que não conseguia "manter as quatro aeronaves a operar em contínuo," o INEM acabou por aceitar "prescindir de duas das aeronaves durante o período nocturno sem reduzir o valor pago, o que significa que a Avincis (que já se chamou Babcock) ficou a ganhar, sem qualquer justificação, mais 1,5 milhões de euros." E sabe-se que estas cedências, podem não ter ficado por aqui...


Num e noutro caso, quem faz a manutenção destas aeronaves? E quem as inspeciona?


Fontes:


https://www.rtp.pt/noticias/pais/acidente-com-helicoptero-do-inem-em-mondim-de-basto-ocupantes-livres-de-perigo_n1597169


https://www.rtp.pt/noticias/pais/acidente-envolveu-helicoptero-do-inem_v1597157


https://www.publico.pt/2024/06/29/sociedade/noticia/inem-gasta-ate-12-milhoes-manter-aeronaves-emergencia-medica-servico-2095804


https://observador.pt/2024/09/01/video-mostra-queda-a-pique-do-helicoptero-no-rio-douro-acidente-matou-cinco-militares-da-gnr/


 


 


 

01/09/2024

Massacre em Beslan... 20 anos depois

Passaram já 20 anos desde que um grupo terrorista atacou uma escola em Beslan, na Ossétia do Norte, na Rússia.


O ataque começou precisamente a 1 de setembro de 2004, no dia da abertura oficial do ano escolar, com o rapto de mais de 1100 pessoas (das quais, quase 800 eram crianças).


Os raptores eram um "grupo de militantes islâmicos armados, composto principalmente por inguches e chechenos,", ou seja, mais especificamente por "membros do batalhão Ryadus-Salikhin" os quais teriam "sido enviados e instruídos pelo senhor da guerra tchetcheno Shamil Basayev que daquele modo exigia o reconhecimento da independência da Tchetchenia por parte das Nações Unidas e a retirada das tropas russas do seu território."


Às 9h30 da manhã, um grupo de terroristas, invadiu a escola de forma violenta, fazendo reféns todos os que lá se encontravam, entre crianças e jovens, familiares e professores. Os mais novos teriam seis, sete anos. Apenas cinquenta conseguiram escapar, na confusão inicial que se gerou,tendo os restantes passado por "três dias de inferno no ginásio da escola, sob ameaça constante de explosivos, e num calor sufocante."


"Às 10h, os assaltantes começaram a armadilhar com explosivos o ginásio e outros edifícios da escola. Às 10h20, o Presidente russo, Vladimir Putin, cancela as suas férias em Sochi e regressa a Moscovo."


Aos reféns, apesar do calor, foi-lhes recusada qualquer água ou comida.


"As crianças passaram por situações dramáticas e foram obrigadas" a coabitar com os corpos de 20 pessoas que "os terroristas mataram para marcar a sua posição e evitar uma revolta."


"Depois de falhadas todas as tentativas de negociação, a 3 de setembro, as autoridades lançam um assalto à escola" provocando a morte de 334 pessoas que ainda se encontravam lá dentro, entre as quais 186 crianças. As mortes deveram-se aos combates entre as forças russas e os terroristas, o que levou a uma brutal explosão no ginásio onde se encontravam os reféns.


"O assalto à escola de Beslan acabou por ser classificado como o ato de terrorismo mais sangrento levado a cabo em solo russo desde que a Tchetchenia tinha sido declarada independente, em 1991."


Fontes:


https://pt.euronews.com/2014/09/01/relembrar-o-massacre-na-escola-de-beslan-dez-anos-depois


https://expresso.pt/internacional/massacre-de-beslan-foi-o-pior-assalto-a-escolas-mas-nao-o-unico=f902839


 

31/08/2024

Poliomielite - uma doença que volta a atacar

Arrancou hoje a campanha de vacinação contra a poliomielite, na Faixa de Gaza, com o objetivo de "vacinar todas as crianças até aos 10 anos de idade e evitar a propagação do vírus em Gaza, que foi diagnosticado há alguns dias numa criança." Há 25 anos que não se registavam casos em território palestiniano e a deteção deste caso, levou a uma forte preocupação, uma vez que, a região tem "falta de produtos de limpeza" que, aliado à sobrelotação dos espaços, à poluição e à "escassez de água", são "fatores que a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que contribuem para a propagação do poliovírus e outras doenças infecciosas."


Terão sido atribuídas a Gaza já "1,26 milhões de doses de vacina oral (duas gotas nesta primeira fase de imunização), bem como equipamento para assegurar a cadeia de frio," essencial para a preservação da vacina.


Com Israel a conceder apenas três dias de pausa nos ataques - "o governo israelita aceitou parar os combates entre as 6h e as 15h durante três dias, com a possibilidade de um prolongamento de um dia" - as entidades envolvidas (Ministério da Saúde palestiniano, em cooperação com a Organização Mundial de Saúde, a Unicef e a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina), irão tentar chegar às cerca de "640000 crianças", que precisam de ser vacinadas.


Para que a esta campanha de vacinação produza alguma eficácia, "a OMS declarou que pelo menos 90 por cento das crianças devem ser vacinadas", o que levou ao envolvimento de "mais de 2100 profissionais de saúde das agências da ONU e do Ministério da Saúde de Gaza." De acordo com a ONU, depois da primeira interrupção de três dias, irá seguir-se outra "de três dias no sul de Gaza e depois uma outra no norte de Gaza, de forma a terminar o processo de vacinação." Mesmo assim, será uma missão quase impossível.


Segundo o site do SNS, não existem neste momento "casos de poliomielite em Portugal." De facto, foi em 1986 que se registou "o último caso da doença no país" e, "desde 2002 que a região europeia está considerada como livre de poliomielite." Em 2019, a nível mundial, foram registados apenas "175 casos."


A vacinação "e a melhoria das condições de saneamento vieram contribuir para esta redução," uma vez que este vírus tem duas formas de propagação, uma por via direta (por via feco-oral através do contato com as "fezes de uma pessoa infetada", através da tosse ou espirros, e inalação de partículas contaminadas)  e outra por contato indireto através da "água, alimentos ou objetos contaminados."


Fontes:


https://pt.euronews.com/saude/2024/08/31/guerra-em-gaza-arranca-a-campanha-de-vacinacao-contra-a-poliomielite


https://sicnoticias.pt/especiais/conflito-israel-palestina/2024-08-31-arrancou-a-campanha-de-vacinacao-contra-a-poliomielite-em-gaza-1fdfde27


https://sicnoticias.pt/mundo/2024-08-29-video-abdul-rahman-de-dez-meses-e-o-primeiro-caso-de-poliomielite-identificado-em-gaza-em-25-anos-b9544234


https://www.sns24.gov.pt/tema/doencas-infecciosas/poliomielite/

30/08/2024

Queda de helicóptero da UEPS no rio Douro

Hoje pelas 12h50m, chegou a notícia da queda de um helicóptero, com seis ocupantes a bordo. Os homens pertenciam ao grupo de combate a incêndios da UEPS, da GNR, e iam a caminho de uma ocorrência no concelho de Baião. Por alguma razão, ainda não explicada, voltaram para trás sem chegar ao seu destino. E é quando regressam que o helicóptero se acaba por despenhar, perto da localidade de Samodães, Lamego. No local, uma embarcação de recreio que fazia uma excursão no rio Douro, socorreu de imediato o piloto. O único que conseguiu sair da aeronave com vida, com vários ferimentos e preocupado com os colegas que ele sabia estarem dentro do aparelho.


"Dos cinco militares da Unidade de Emergência Proteção e Socorro (UEPS) da GNR que estavam dentro do helicóptero acidentado falta localizar um. Dois deles foram encontrados dentro do aeronave e, os outros dois junto à cauda do aparelho."


O trabalho destes homens é muitas vezes desvalorizado, mas é muitas vezes essencial ao combate a grandes incêndios florestais. Normalmente, são transportados pelo aparelho, neste caso, uma aeronave ligeira, até ao local do incêndio e quando saem, acoplam o balde ao aparelho. Enquanto os cinco homens da equipa apeada seguem com ferramentas manuais e fazem o seu trabalho em terra, sempre em contato com o piloto do heli, o piloto segue para o ponto de abastecimento de água (um rio ou um lago, por exemplo) e começa o seu trabalho de combate ao incêndio, com descargas de água sobre pontos quentes. É um trabalho difícil e perigoso.


 O que se sabe até agora, pelas notícias que vão saíndo, é que a aeronave se encontra partida em duas partes no fundo do rio. As buscas serão interrompidas agora pelas 21horas. Luís Montenegro, em declarações sobre a sua ida ao local do acidente, numa embarcação, referiu que se sentiu na "obrigação e responsabilidade" de estar "ao lado de quem arrisca a vida" numa missão "completa e muito perigosa". Hoje em dia, é comum, as principais figuras do nosso país, ou alguém em sua representação, se dirigirem aos locais de ocorrência, quando situações deste género ocorrem.


Amanhã será dia de luto nacional, decretado pela morte confirmada dos quatro militares.


Falta encontrar um.


Fontes:


https://www.noticiasaominuto.com/pais/2624200/helicoptero-que-caiu-no-rio-douro-partiu-se-em-duas-partes


https://sicnoticias.pt/pais/2024-08-30-queda-de-helicoptero-no-rio-douro-2e71d525


 


 

Numa praça de gente madura

Hoje, numa " praça de gente madura ", o povo saiu à rua. Não foram pôr cravos nas lapelas, nem nas espingardas dos militares, como...