16/05/2024

O lado mais negro da guerra

A guerra tem muitos lados, muitas cores, muitas razões... mas tem sobretudo muitas vítimas inocentes.


Desde o início da guerra, contam-se 35173 mortos e 79061 feridos. Os aviões bombardeiam diariamente edifícios de habitação, escolas onde se encontram refugiados. Debaixo dos escombros, estão corpos por recuperar porque os ataques continuam e as ambulâncias nem sequer se conseguem aproximar.


Em Gaza, após cada ataque, bebés e crianças enchem os hospitais. Os que sobrevivem aos ataques, sofrem depois a amputação de membros esmagados. A realidade é atroz. Muitas vezes, faltam medicamentos, analgésicos e antibióticos. "Mais de um milhar de crianças já tiveram membros amputados." Além de muitas serem "amputadas sem anestésicos para aliviar a dor", há ainda o problema da recuperação e do aumento da probabilidade de contrairem infeções.


E a verdade é que há poucos profissionais de saúde e, os que lá se mantêm, estão em constante sobressalto com receio de serem eles também vítimas dos atiradores israelitas. Também os que vão em auxílio são atacados. "Um trabalhador internacional da ONU morreu na segunda-feira e outro ficou ferido num ataque a um veículo das Nações Unidas perto da passagem de Rafah, que liga a Faixa de Gaza ao Egito e cujo lado palestiniano é controlado por Israel há uma semana."


Outro problema grave são os corpos que se encontram em decomposição e que são eles próprios uma fonte de propagação de bactérias e de doenças.


Tal como os ataques direcionados aos hospitais, as escolas e universidades têm sido alvos das tropas israelitas. No entanto, "Telavive diz não estar a visar diretamente o sistema de educação de Gaza e acusa o Hamas de utilizar estas infraestruturas de educação para camuflar atividades militares."


Desde novembro, que as escolas estão fechadas e que as crianças andam pelas ruas. Sobrevivem conforme podem. Muitas já perderam vários elementos da família e viram morrer amigos, mas têm de continuar. "Em várias regiões há escolas improvisadas em tendas que tentam garantir que os mais jovens continuam a ter acesso à educação, numa altura em que o conflito não tem fim à vista."


Fontes:


https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/o-lado-dos-profissionais-de-saude-na-palestina-ha-uma-media-de-15-amputacoes-por-dia-principalmente-em-criancas-isto-ha-seis-meses-gaza-e-o-inferno-na-terra?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques


https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/pelo-menos-82-mortos-e-234-feridos-nas-ultimas-24-horas-na-faixa-de-gaza


https://sicnoticias.pt/especiais/conflito-israel-palestina/2024-05-15-video-ha-mais-de-meio-ano-que-as-criancas-e-jovens-de-gaza-nao-tem-aulas-devido-ao-conflito-298e4aec


 


 

14/05/2024

Cheias no Afeganistão

O Afeganistão está também a viver uma situação de calamidade depois do norte do território ter sido atingido por fortes cheias. As chuvas repentinas provocaram deslizamentos de terras que "arrastaram casas, terras de cultivo, pessoas e animais, provocando mais de 300 vítimas mortais, entre elas 50 crianças."


Contabilizam-se já milhares de feridos e desalojados. Tendo em conta o caos "desencadeado por dias de chuvas incessantes e inundações que soterraram cidades inteiras e destruíram infraestruturas essenciais, como pontes e estradas, o regime talibã afirma que o número de vítimas poderá continuar a aumentar."


Muita da ajuda está a ser transportada de burro, uma vez que não há forma de fazer circular camiões nos acessos às regiões mais afetadas. A população pede ajuda, mas desde que os Talibã tomaram conta do país em 2021, a maioria das organizações internacionais reduziram bastante a sua presença. Apesar de tudo, a OMS já enviou para a zona afetada "7 toneladas de medicamentos e kits de emergência." A União Europeia também já tomou a decisão de "enviar 97 toneladas de bens essenciais."


Fontes:


https://radiocomercial.pt/noticias/152043/sobe-para-342-o-numero-de-mortos-nas-cheias-no-norte-do-afeganistao


https://sicnoticias.pt/mundo/2024-05-13-video-afeganistao-indonesia-e-brasil-continuam-buscas-por-sobreviventes-das-cheias-a9498164


 

13/05/2024

Inundações e deslizamentos de terra matam na Indonésia

Há dias, falei nas cheias que estão a afetar o Rio Grande do Sul, no Brasil, mas não nos podemos esquecer que, noutras zonas do globo, fenómenos idênticos estão também a provocar destruição e morte. É o caso da Indonésia e do Afeganistão.


Na zona oeste da Indonésia, nos distritos de Agam e Tanah Datar, inundações repentinas, arrastaram correntes de lama e de lava fria do "monte Marapi, um vulcão na província de Samatra Ocidental" provocando a morte a pelo menos 12 pessoas. Ainda se procuram quatro desaparecidos. 


"A lava fria é o magma formado a partir dos vários materiais que constituem as paredes de um vulcão: cinzas, areia e rochas. Sob o efeito da chuva, estes materiais podem misturar-se e escorrer pela cratera." 


Mas esta não foi a única situação. Já na passada sexta-feira, 3 de maio, "aluimentos provocados por fortes chuvas atingiram a região de Luwu, no sul da província de Sulawesi." Nessa ocasião, perderam a vida 14 pessoas. "Mais de 100 casas ficaram gravemente danificadas e 42 foram arrasadas." Em março, inundações fortes levaram a vida a pelo menos 30 pessoas, mas o número pode ter sido muito superior uma vez que dezenas nunca chegaram a ser encontradas.


Fontes:


https://expresso.pt/internacional/asia/2024-05-12-pelo-menos-12-mortos-em-inundacoes-repentinas-na-indonesia-8a3e5285


https://expresso.pt/internacional/2024-05-04-aluimentos-de-terras-e-inundacoes-na-indonesia-fazem-15-mortos-c335a3bc


 

12/05/2024

Eurovisão 2024

A vitória este ano foi para a canção da Suiça, "The Code", interpretada por Nemo. "O tema, entre o rap, rock e a ópera, explora o processo de descoberta do artista como uma pessoa não-binária."
Portugal, ficou em 10º com a canção "Grito", que foi interpretada por Iolanda. 
Mas o que mais marcou o festival deste ano, foram os protestos contra a participação de Israel.

A cantora israelita, Eden Golan, de apenas 20 anos, conseguiu o seu lugar na final com a canção "Hurricane." No entanto, desde logo, a versão inicial foi criticada e "teve de ser modificada por se considerar que fazia alusão ao ataque do Hamas em Israel, a 7 de outubro." Na Finlândia, vários ativistas invadiram a sede da televisão nacional, exibindo frases como "Boicote a Eurovisão" ou "Parem o genocídio". Estes manifestantes afirmaram que "Israel está a usar a Eurovisão como plataforma para branquear a sua imagem com a participação da cantora Eden Golan." 

Entre as vozes contra, manifestaram-se também vários intérpretes, incluindo da própria representante portuguesa, que mostrou nas unhas, cores e simbolos ligados à Palestina, e no final da sua atuação fez um apelo à paz. No início, logo no desfile de apresentação, a cantora portuguesa apostou num "vestido de uma marca de um designer de origem palestiniana, com o padrão do lenço keffiyeh, um lenço associado à causa palestiniana."

Apesar de terem sido permitidos apelos à paz na Ucrânia e o uso das cores da bandeira (que ainda ontem pudemos ver representada no símbolo da Eurovisão), a situação da Palestina não teve ontem o mesmo tratamento. Podemos falar este ano em censura? Um exemplo disso, foi o facto do vídeo da atuação portuguesa, não ter sido logo publicado no site oficial, depois da atuação de Iolanda. "A União Europeia de Radiodifusáo (EBU), organizadora do festival, optou por publicar o vídeo da semi-final em que a cantora portuguesa tinha apenas as unhas brancas, sem símbolos da Palestina." Só quase uma hora depois da atuação e com os protestos da RTP, o vídeo foi colocado no site.

Poucos minutos antes do festival começar, registaram-se "várias detenções em Malmö, na Suécia, num protesto que decorria junto ao edifício onde decorria o evento. A polícia recorreu a gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes."

Além dos apelos para que fosse vetada a participação de Israel, o Festival Eurovisão da Canção deste ano ficou "também marcado pela expulsão do representante dos Países Baixos, Joost Klein, anunciada horas antes da final deste sábado. De acordo com a EBU, o artista está a ser investigado pela polícia sueca na sequência de uma denúncia feita por uma mulher da equipa de produção," devido a um "incidente" ocorrido durante a semifinal do concurso.

É triste que um espetáculo tão bonito, esteja a ser cada vez mais afetado por motivos políticos e que não seja apenas um espaço de união. A música é essencial na vida dos povos, e tem sido ao longo dos anos um impulsionador de mensagens políticas, mas não pode ser um fator de exclusão, na medida em que um artista não deveria ser conotado com o seu governo, mas sim e apenas com a sua música. É pena que ontem, se tenha assistido a extremos de ambos os lados e que os organizadores do concurso se tenham deixado afetar. Isso tirou a beleza à competição.

Fontes:

https://www.rtp.pt/noticias/cultura/suica-vence-o-festival-eurovisao-da-cancao_n1570884

https://sicnoticias.pt/cultura/2024-05-11-manifestantes-invadem-televisao-publica-finlandesa-para-exigir-boicote-a-eurovisao-ee32240d

11/05/2024

Condenar os ataques israelitas

Começaram por ordenar a saída dos refugiados dos "campos de Rafah e Shabura," bem como dos "bairros de Adari e Jeneina, cuja população" foi aconselhada a ir para a “zona humanitária” de Al Mawasi.

Além disso, "no norte do enclave palestiniano, Israel ordenou a saída de residentes entre Jabalia e Beit Lahia, que designou como zona de combate perigosa e pediu que se deslocassem para oeste da Cidade de Gaza." A justificação dada é estarem “a trabalhar em força contra as organizações terroristas na região" o que faz com que as famílias fiquem "expostas ao perigo."

As forças israelitas lançaram esta segunda-feira a sua “operação limitada” em Rafah, dando ordem de retirada a "cerca de 100 mil pessoas na periferia leste da cidade." No mesmo dia, "peritos da ONU para os direitos humanos" ficaram horrorizados perante "a descoberta de valas comuns com cadáveres de pessoas que tinham sinais de tortura, execução e de terem sido enterradas vivas pelos militares israelitas." De acordo com as notícias, "mais de 390 corpos foram descobertos nos hospitais Al Nasser e Al Shifa, incluindo de mulheres e crianças, muitos dos quais parecem ter sinais de tortura."

Na terça-feira, "assumiu o controlo da parte palestiniana da passagem de Rafah, que liga ao Egito." O exército colocou "tanques em Rafah," assumindo "o controlo da passagem fronteiriça com o Egito" e encerrando "os dois principais pontos de acesso da ajuda humanitária (Rafah e Kerem Shalom), uma medida considerada inaceitável pelos Estados Unidos."

Desde então, o exército tem realizado “ataques seletivos” com o objetivo de "capturar combatentes do Hamas no leste da cidade." Isto depois dos EUA terem suspendido "a entrega de um carregamento de bombas," em oposição à realização desta grande ofensiva que estava a ser "planeada pelas tropas israelitas em Rafah."

Como resultado destes ataques, esta quarta-feira, pelo menos "sete pessoas morreram," todos da mesma família, e "várias ficaram feridas num ataque áereo israelita em Gaza."

Ontem, foi apresentado pelos Emirados Árabes Unidos "em representação do Grupo de Países Árabes, e copatrocinado por cerca de 40 países," um "projeto de resolução" que "obteve 143 votos a favor - incluindo de Portugal -, nove contra e 25 abstenções dos 193 Estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU)." Os países que votaram contra foram, por exemplo, "Israel, Estados Unidos ou Hungria" e abstiveram-se países como a "Ucrânia, Itália, Reino Unido, Alemanha ou Canadá." Com esta resolução, a Palestina ganha o direito ao "assento entre os estados-membros por ordem alfabética, a apresentação de propostas individualmente ou em nome de um grupo perante a Assembleia-Geral, a solicitação do direito de resposta, fazer declarações ou solicitar modificações na agenda, entre outros."

Hoje, um bombardeamento aéreo terá morto "15 pessoas" em Rafah, "de acordo com fontes oficiais do Hospital Kuwait, que opera na região". Em contrapartida, hoje foi anunciada a instalação de um "novo hospital de campanha em Dir al-Balah, na região de Gaza," pelas Forças de Defesa Israelitas.

Em vários países, têm-se feito manifestações de apoio à Palestina e que condenam as ações militares das forças israelitas. Hoje, "milhares de pessoas" juntaram-se numa manifestação, em Lisboa, "numa marcha iniciada junto à Fundação José Saramago e que terminou no Martim Moniz." Esta ação foi "convocada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, Movimento pelos Direitos do Povo Palestiniano e pela Paz no Médio Oriente, entre outras associações." Na mesma, marcaram presença o "secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, o líder parlamentar do BE, Fabian Figueiredo, e a líder do PAN, Inês Sousa Real." Estes líderes acusam Israel de um crime de genocídio.

Fontes:

https://visao.pt/atualidade/mundo/2024-05-11-israel-ordena-evacuacao-de-areas-a-leste-de-rafah-e-norte-da-faixa-de-gaza/

https://expresso.pt/internacional/medio-oriente/guerra-israel-hamas/2024-05-08-eua-suspendem-entrega-de-bombas-a-israel-por-causa-do-iminente-ataque-a-rafah-b4e45bac

https://expresso.pt/internacional/medio-oriente/guerra-israel-hamas/2024-05-08-sete-mortos-e-varios-feridos-em-ataque-israelita-em-gaza-44e9b3f7

https://sicnoticias.pt/pais/2024-05-11-video-milhares-saem-a-rua-em-lisboa-em-defesa-da-palestina-935a48c8

https://sicnoticias.pt/mundo/2024-05-10-assembleia-geral-da-onu-apoia-adesao-plena-da-palestina-e-da-lhe-novos-direitos-949343f4

https://observador.pt/2024/05/06/peritos-da-onu-horrorizados-com-valas-com-cadaveres-de-pessoas-sepultadas-vivas/

10/05/2024

Migrantes... morte em fuga da Guiné

Não se sabe ao certo em que dia partiram, mas terá sido em finais de abril. O desastre terá ocorrido nos primeiros dias deste mês. Confirmadas até agora 26 mortes, "a maior parte de pessoas que partiram de Matam, uma das comunas que compõem a cidade de Conacri." Terão perdido a vida "ao largo da costa do Senegal depois do seu barco ter afundado há alguns dias."


Os jovens que saem de Matam escolhem "a rota do Atlântico, que corre a oeste da costa africana e que deveria conduzir à Europa."


Todos os dias, homens, mulheres, jovens... crianças.... vão em busca de uma vida melhor, mas sem saber o que vão encontrar. Estes "refugiados e migrantes cruzam as fronteiras internacionais fugindo de conflitos, perseguições e da pobreza." Por vezes, sozinhos, outras, famílias inteiras. O risco de se meterem num barco que pode não chegar ao seu destino é altíssimo, mas eles arriscam. Buscam melhores condições, que nem sempre encontram. Muitas vezes, sem trabalho e a viver em situações de miséria, guerra, fome e medo, "muitos migrantes também deixam" os seus "países de origem à procura de melhores oportunidades de vida," enfrentando perigos vários.


Muitas vezes, acabam por ser "recebidos com alguma hostilidade e intolerância."


Fontes:


https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/naufragio-mata-26-jovens-guine-conacri-fala-de-hemorragia-migratoria?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques


https://observador.pt/2024/05/10/naufragio-mata-26-jovens-guineenses-conacri-fala-de-hemorragia-migratoria/


https://news.un.org/pt/focus/migrantes-e-refugiados


 

09/05/2024

Dia da Europa - as ameaças à paz e à estabilidade

Celebra-se hoje o Dia da Europa. A data foi escolhida pelo Conselho Europeu de Milão, de 28 e 29 de junho de 1985 e celebrada pela primeira vez em 1986, de forma a assinalar a Declaração Schuman, e a necessidade de manter "a paz e a unidade do continente europeu."


Considera-se que a atual ideia de União Europeia, teve início com a proposta de Robert Schuman, que apresentou uma nova forma de cooperação política na Europa, que "tornaria impensável uma guerra entre os países europeus." No documento, de 9 de maio de 1950, destaca-se a frase:



"A paz mundial só poderá ser salvaguardada com esforços criativos à medida dos perigos que a ameaçam."



Em 2024, a ideia de uma Europa unida e democrática está presa por fios cada vez mais frágeis. Há muito que as ameaças têm sido ignoradas. Começando pela Lituânia, que alertou para a ameaça da Rússia em 2014, passando pelas palavras dirigidas à Finlândia que tem a maior fronteira terrestre da NATO com o território russo e que já disse estar na posse de "armas e equipamento militar armazenados na Noruega — e poderão fazê-lo igualmente na Suécia." Neste momento, é impossível falar em Europa sem referir a guerra na Ucrânia e a escalada do conflito naquela região. É impossível não nos lembrarmos das ameaças que constantemente são proferidas, seja em tom mais direto ou em tom mais irónico.  


Os EUA, já vieram também colocar em consideração, a possibilidade de usarem a Escandinávia como depósito de armas, "numa resposta clara à possibilidade de agressão russa contra um destes países do norte da Europa." E é por isto que não podemos descansar. É por isto que não podemos enfiar a cabeça na areia e ignorar o que se passa nas fronteiras que fazem parte do território europeu. A ideia de proteção mútua entre os países integradores da União Europeia, faz também com que, se um for ameaçado, os outros se coloquem também na sua pele e se sintam atacados, por meio de atos ou palavras. As palavras... essas que podem ter mais poder que um míssil e causar uma maior devastação, mas que tantas vezes são apenas palavras...


Esta semana, no discurso da tomada de posse de Putin, este referiu que estava aberto a dialogar com o ocidente de forma "sincera" - acrescentando as seguintes palavras: "veremos se continuam a travar o desenvolvimento do nosso país e a exercer pressão sobre o nosso país ou se procuram formas de cooperar connosco”. Um diálogo com cheirinho a ameaça...


Em 2024, são esses esforços criativos que estão a faltar. A guerra entrou pela porta da Eupopa, mas ainda não passou mais adiante por influência de vários fatores políticos. Espero, muito sinceramente, que as eleições europeias não nos venham a trazer nenhuma surpresa desagradável.


Fontes:


https://european-union.europa.eu/principles-countries-history/symbols/europe-day_pt


https://infoeuropa.mne.gov.pt/Nyron/Library/Catalog/winlibimg.aspx?doc=35178&img=2661


https://expresso.pt/internacional/russia/2024-05-07-putin-toma-posse-pela-quinta-vez-e-garante-que-russia-nao-recusa-dialogo-com-ocidente-ccdd4edf


https://expresso.pt/internacional/guerra-na-ucrania/2024-05-06-putin-ja-puxa-dos-galoes-nucleares-vizinhos-armados-ate-aos-dentes-e-um-verao-que-cheira-a-nato-803-dias-em-guerra-9e6792a6


 


 

Numa praça de gente madura

Hoje, numa " praça de gente madura ", o povo saiu à rua. Não foram pôr cravos nas lapelas, nem nas espingardas dos militares, como...