"Dois funcionários da embaixada israelita em Washington foram assassinados a tiro. O incidente está a ser tratado como um potencial crime de ódio antissemita." O ataque aconteceu "à frente ao Museu Judaico de Washington," onde se localiza também "o gabinete local do FBI." Esta situação constitui um ato antissemita, violando ainda a Convenção de Viena, tal como afirmou Paulo Rangel, MNE de Portugal. Não nos esqueçamos que pocas horas antes, um grupo de vários embaixadores que estavam numa visita a um campo de refugiados na Cisjordânia, foram alvo de tiros. Felizmente, nesse ataque, ninguém ficou ferido.
"A segurança nas representações diplomáticas de Israel foi reforçada em todo o mundo." Netanyahu veio já a público classificar "o ataque como um horrível homicídio antissemita”. Como partilhado pela emissora "norte-americana NBC News, um homem armado gritou Palestina Livre quando foi detido à frente ao museu."
Numa conferência de imprensa que foi hoje realizada, "o ministro israelita dos Negócios Estrangeiros, Gideon Sa'ar, afirmou" haver "uma linha direta que liga o anti-semitismo" e o "incitamento anti-israelita a estes crimes".
Por seu lado, Netanyahu veio já criticar "duramente o apoio de Emmanuel Macron," presidente francês, "Keir Starmer," primeiro-ministro britânico e ainda o primeiro-ministro canadiano "Mark Carney," atribuindo-lhes uma parte da culpa do que "considera ser uma posição alinhada com o Hamas, sublinhando que tal encorajamento apenas prolonga o conflito." O primeiro-ministro israelita afirma ainda que é aos políticos ocidentais que se deve o aumento do “incitamento contra Israel," culpando o ocidente pelas mortes ocorridas em Washington. Este evento tinha sido "organizado pelo Comité Judaico Americano, uma organização de defesa que apoia Israel e combate o anti-semitismo." Infelizmente, o conflito continua a alastrar-se pelo mundo!
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