Uma comitiva diplomática, de visita a um campo de refugiados em "Jenin, na Cisjordânia" foi esta tarde atacada por militares do "exército israelita," o que já levantou diversas reprovações e pedidos de esclarecimentos. Portugal já se manifestou, através do ministro dos NE, Paulo Rangel, que informou que na comitiva em questão, "seguiam mais de 20 diplomatas e representantes de órgãos de comunicação social, entre eles, o embaixador Frederico Nascimento, chefe da missão diplomática em Ramallah."
A comitiva visitava o campo de refugiados de Jenin, "para ser informada sobre a situação humanitária no local," e "integrava um total de 27 países europeus, americanos, árabes e asiáticos." A visita, que tinha sido organizada com a Autoridade Palestiniana e coordenada com o exército israelita, incluía ainda "representantes do Programa Alimentar Mundial (PAM) e da agência das Nações Unidas para os refugiados palestinianos (UNRWA)."
"Israel admitiu que foram disparados tiros de advertência e justifica-o com um alegado desvio da rota aprovada, tendo ainda lamentado o incómodo”. Ainda referiu que a comitiva terá entrado "numa zona onde não estava autorizada a estar."
"Em comunicado, a Autoridade Palestiniana condenou com a maior veemência possível o crime odioso cometido pelas forças de ocupação israelitas, considerando que a situação constitui "uma violação flagrante e grave do direito internacional."
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