Infelizmente, durante o dia de ontem o pior cenário veio a confirmar-se: o submersível que estava desaparecido, foi destruído por uma "implosão catastrófica", causando a morte dos cinco ocupantes. Esta informação foi avançada ontem pela Guarda Costeira dos EUA e pela própria empresa proprietária da embarcação, OceanGate Expeditions e partilhada pelo mundo através dos meios de comunicação social.
O trágico desfecho foi confirmado depois de um robô subaquático canadiano ter encontrado um "campo de destroços" a mais de 3800 metros de profundidade e a cerca de 200 metros da proa do Titanic. Entre os destroços já identificados estão o cone traseiro e a extremidade traseira da câmara de pressão do submersível, o que confirma que a embarcação ter sofrido uma "implosão catastrófica" sem hipóteses de sobrevivência. Tudo indica que terá ocorrido logo no domingo de manhã, quando o navio-mãe perdeu o contato com o submersível.
Sabe-se que alguns dos passageiros que anteriormente participaram em mergulhos desta empresa, denunciaram problemas técnicos, incluindo quebras de energia e a aparente falta de qualidade dos materiais. A família de Hamish Harding, bilionário britânico que estava a bordo do submarino desaparecido, acusou a OceanGate de ter demorado "demasiado tempo" a dar o alerta. A OceanGate demorou oito horas a alertar a guarda costeira sobre o desaparecimento do ‘Titan’. O contacto com o submersível foi perdido às 13h45 de domingo e o alerta só terá sido dado às 21h40. Sabe-se agora que infelizmente esse lapso de tempo não os teria trazido com vida à superfície.
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